Estudo da Intel revela que, apesar dos receios e inseguranças, consumidores não veem a hora de ter um carro autônomo. A pesquisa realizada com consumidores norte-americanos revela que apenas 21% dos entrevistados trocariam seus carros por um modelo autônomo hoje, apesar de 63% deles acreditarem que esse tipo de veículo será padrão daqui a 50 anos. Essa já foi uma visão de futuro compartilhada pela Intel anteriormente em que a empresa prevê um mercado de 7 trilhões de dólares até 2015.
“Ainda precisamos preencher a lacuna entre a aceitação atual pelas pessoas dos recursos de condução automatizada e a autonomia total. Atualmente, os passageiros precisam confiar cegamente nos critérios de segurança dos fabricantes. É importante que haja uma união entre a indústria e os decisores políticos em prol de um modelo de segurança transparente, que reforce a confiança entre homem e máquina”, afirma Jack Weast, engenheiro sênior da Intel e vice-presidente da AV Standards na Mobileye.
O estudo Passenger Economy publicado pela Intel em 2017 aponta que os veículos autônomos terão potencial para salvar 585 mil vidas entre 2035 e 2045. Mas o novo estudo mostra que os consumidores ainda têm sentimentos conflitantes em relação a essa promessa. Quase metade dos consumidores entrevistados (43%) não se sente segura em relação aos veículos autônomos (AV) – sendo que as mulheres têm mais receios do que os homens. Ao mesmo tempo, mais da metade dos consumidores não vê a hora de não precisar mais dirigir e espera daqui a 50 anos poder usar o tempo gasto dentro do carro com entretenimento ou trabalho.
Quando perguntadas sobre o que esperam fazer dentro de um veículo autônomo dentro de 50 anos, as pessoas mostram empolgação por uma gama de atividades de trabalho, descanso e diversão:
O Departamento de Transportes dos Estados Unidos acredita que os veículos autônomos possam reduzir as mortes no trânsito em 94% ao eliminar os acidentes por falha humana. A Intel está empenhada em tornar essa premissa realidade. Para ter sucesso, a empresa acredita ser necessário ligar os pontos entre as tecnologias de assistência à condução automatizada de hoje e a autonomia total do futuro. A Intel acredita em uma abordagem de duas vias: