Transformação digital, personalização, força do trabalho, cultura digital e data analytics foram algumas das mensagens transmitidas pelos convidados do Adobe Experience House
A Adobe reuniu Microsoft, Via Varejo, Webmotors, Accenture e diversas outras marcas parcerias da multinacional de tecnologia; quatro escolas de marketing – Digital House, ConvergeYou, Hyper Island e a Berlin School of Creative Leadership – e outros nomes do marketing para debaterem o tema Marketing de Experiências no Adobe Experience House.
Guiado por experiência do cliente, criatividade e inovação, o evento teve como objetivo criar um espaço de troca e aprendizado sobre transformação digital. Confira os principais insights apresentados pelos convidados do Adobe Experience House:
Paulo de Tarso, vice-presidente de educação continuada da Kroton Educacional
Parceiros de tecnologia são essenciais no processo de transformação digital das empresas, mas o engajamento interno também é peça-chave para que o movimento, de fato, aconteça. “Temos nos reorganizado internamente para trabalhar nossos produtos e serviços sob a ótica digital. Estamos buscando um novo mindset, ou seja, uma nova cultura para entregar experiências digitais para nossos clientes”, disse.
Gabriela Monteiro, diretora de digital transformation do laboratório farmacêutico Sanofi no Brasil
A partir do momento em que as empresas entendem “experiência” como toda e qualquer interação dos clientes com uma marca, a customer experience passa a trabalhar a favor da comunicação e do marketing. “Novos canais de comunicação e a integração entre pontos de contato físico e digital aumentam o alcance de nossos produtos e das mensagens estratégicas de marca. Desta forma, nosso público também se torna nosso porta-voz”, explicou.
Fabio Marão, gerente de marketing interativo e e-commerce da Azul Linhas Aéreas
Atender e até superar as expectativas dos clientes ao longo de uma jornada é um padrão das marcas mais inovadoras do mundo. Quando falamos sobre e-commerce, essa premissa ganha reforço da personalização. “É preciso criar uma jornada que mostre ao cliente que ele é único, que você conhece seus hábitos e sabe o que ele precisa. Que respeita a vocação de cada tela, seja do desktop, do mobile ou do relógio. Isso é fundamental para levar à conversão”, defendeu.
Paula Bellizia, presidente da Microsoft no Brasil
Definir e executar as estratégias de marketing e de negócios a partir de uma análise minuciosa de dados garante mais assertividade e segurança para as decisões das empresas. “As marcas hoje estão sendo desafiadas sob a ótica de seus consumidores que demandam cada vez mais. Como resolver essa questão? Com uma estratégia data-driven”, assegurou.
Eduardo Bicudo, managing director da Accenture Interactive na América Latina
Palavra de ordem para os negócios éticos, a transparência vai pautar cada vez mais o trabalho dos líderes de marketing. “Nossas pesquisas apontam que 80% dos consumidores estão confortáveis com a coleta de dados, desde que a empresa seja transparente quanto ao seu uso”, disse.
Benito Berretta, speaker da escola de inovação Hyperisland na América Latina
O uso criativo de dados em campanhas de marketing ganhou contornos mais claros durante a Adobe Experience House. “Quando falamos de dados, estamos falando de pessoas. De padrões de comportamento que se repetem e que nem sempre estão claros para nós sem uma ferramenta para analisa-los. Data é rede e a rede é o reflexo do comportamento das pessoas”, analisou.