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  3. A aplicação do big data no setor de petróleo: convertendo a promessa em valor
análise de dados
big data;

A aplicação do big data no setor de petróleo: convertendo a promessa em valor

Publicado:
10/11/2014 às 09:16
Leitura
6 minutos
A aplicação do big data no setor de petróleo: convertendo a promessa em valor

O tema do Big Data pode ser novidade para alguns setores da
indústria. No entanto, as empresas de petróleo e gás sempre lidaram com uma
enorme quantidade de dados ao longo das últimas décadas, com o objetivo de
saber o que está debaixo da superfície terrestre. Programas sísmicos, visualização
de dados e, agora, uma nova geração de dispositivos de computação com sensores
que coletam e transmitem dados continuam a abrir novas possibilidades dentro do
setor.

Com essas novas ferramentas e uma capacidade analítica de
alto nível, os produtores de petróleo e gás podem capturar dados mais
detalhados em tempo real com custos mais baixos. Isso pode ajudá-los a melhorar
o desempenho dos campos de petróleo em 6% a 8%, de acordo com uma pesquisa da
Bain & Company. Esses números também são aplicados em outros setores. Uma
pesquisa recente que fizemos com mais de 400 executivos em diversas indústrias
revelou que aquelas organizações que possuem capacidades analíticas mais
avançadas estão superando os concorrentes com grandes margens de mercado. A pesquisa
descobriu que esses líderes têm duas vezes mais chances de estar no primeiro
quartil de desempenho financeiro dentro de suas indústrias (ou seja, os
primeiros 25% de empresas com melhores resultados); estão cinco vezes mais
propensos a tomar decisões muito mais rápidas do que seus concorrentes; possuem
três vezes mais chances de executar as tarefas conforme o esperado no
planejamento; e o dobro da probabilidade de usar dados com mais frequência na
tomada de decisões.

Nossa pesquisa encontrou que poucas empresas estão realmente
prontas para tirar o máximo de todos esses dados: apenas cerca de 4% das
organizações de todos os setores têm os melhores profissionais e as habilidades
necessárias para extrair o real valor tangível da análise de dados. Algumas
empresas de petróleo e gás estão investindo na construção dessas capacidades,
mas muitas têm problemas ao tentar abraçar a oportunidade.

Nossas conversas com altos executivos sugerem que eles estão
conscientes a respeito dos benefícios do Big Data, mas suas equipes têm
dificuldades de perceber tal potencial. Muitas vezes, as empresas delegam à
área de TI essa função. Mas, na prática, o assunto deve pertencer às áreas de
negócios, sob o olhar atento do CEO (ou outro profissional da alta gestão),
para se ter a certeza de que os esforços realizados entreguem valor à
organização.

Quando se fala sobre o potencial da análise de dados, a
primeira pergunta que os executivos devem se fazer é: “em que a análise de
dados pode agregar mais valor para a minha empresa?”. Nós vemos oportunidades
nas áreas convencionais e não convencionais, bem como em operações midstream.
Por exemplo, uma boa análise pode ajudar os produtores a coletar dados de
subsuperfície e características geográficas, o que levará a uma visão bem
detalhada sobre as bacias de xisto. Nos convencionais, pode-se ir além da
medição e partir para a implementação de ferramentas de previsão com uma gama
tecnológica que ajuda a detectar tendências e perfurar locais que têm mais
potencial de retorno. No meio do caminho, a análise de dados pode ajudar a
monitorar tubulações e equipamentos, possibilitando uma abordagem mais precisa
e previsível da manutenção.  

Saber o valor potencial do Big Data é apenas o começo.
Executivos de petróleo e gás precisam definir um modelo organizacional que
estimule a colaboração entre as áreas e que coloque os dados nas mãos de quem
toma as decisões. Por exemplo: em um modelo baseado em ativos, com funções
implantadas em campo e reportes para uma única estrutura organizacional regional,
a boa análise de dados pode ajudar os líderes a se tornarem mais eficientes em
gerenciar a variedade de dados (tais como registros de perfuração sísmica,
parâmetros operacionais, RPMs das brocas, dados de desempenho e outros) que
ajudam a otimizar a produção. Cada área pode produzir certo volume de dados,
mas enquanto o modelo operacional não conseguir colocá-los nas mãos certas e no
tempo correto, será difícil melhorar a performance.

 Assim como em outras
indústrias, muitas empresas de petróleo e gás possuem um sistema de TI complexo
e já estabelecido, que tem evoluído ao longo das décadas e, agora, contêm
muitas ilhas com dados diversos. Grandes volumes de dados não estruturados e em
tempo real agravam o problema, mas é de onde as informações valiosas podem
surgir. Algumas empresas adotam uma abordagem de duas vias, que inclui um plano
de longo prazo para modernizar a estrutura de TI e a utilização de um sistema
que atue em paralelo na identificação das oportunidades mais importantes.

Por fim, profissionais de análise de dados estão em escassez
no mercado e as empresas de energia precisarão contratar talentos para extrair
ao máximo desta oportunidade. As empresas devem evitar resolver a questão
colocando somente profissionais “caros” para atuar nos problemas. O modelo
correto deve balancear conhecimento a respeito da indústria com habilidades de
análise com foco na resolução de problemas específicos e identificar novas
oportunidades. A área precisa de modelos de código aberto, tecnologia em nuvem
e metodologias de desenvolvimento iterativo.  

As companhias de petróleo e gás precisarão melhorar as suas
capacidades de análise, a fim de competir em um setor no qual as decisões devem
ser tomadas mais rapidamente e as apostas estão em níveis cada vez mais altos.
A criação de uma capacidade de análise leva tempo e investimento, e isso só
pode acontecer com um foco sustentado pela alta gestão.  Agora é a hora de desenvolver um plano que mapeie
as ambições da empresa e confrontá-las com as reais capacidades da organização.
E isso é o que fará o caminho na direção das análises avançadas em nível
global.

* Por José de Sá, sócio da Bain & Company

 

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