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Apple e Facebook: vilões ou aliados da democracia?

As duas companhias estão se direcionando para serem os guardiões da informação para o público. Podemos confiar neles?

Publicado:
05/10/2015 às 16:19
Leitura
8 minutos
facebook_iphone.jpg

Nós estamos tentando ter uma democracia aqui, uma ideal e bem informada. Entretanto, atualmente, a maioria das pessoas está muito distraída com seus smartphones para direcionar alguma atenção aos jornais ou revistas feitas por uma editora ou até mesmo assistir aos telejornais.

Ao invés disso, estamos recebendo notícias através de aplicativos e redes sociais. Dito isso, vale ressaltar que a maior fonte de apps nos Estados Unidos e a maior rede social são a App Store da Apple e o Facebook, respectivamente.

Essa tendência acaba transferindo o trabalho de edição de informações políticas feito tradicionalmente por editores ou diretores humanos para os ‘likes’ da Apple e do Facebook – companhias que escolhem, no caso da Apple onde cada aplicativo pode ser permitido ou banido ou no caso do Facebook, quais novas notícias ou fontes são elegidas por seus algoritmos secretos.

O que isso significa – e não há nenhuma forma gentil de colocar isso, então eu simplesmente vou dizer – é que pessoas no poder do que eleitores e cidadãos possam vir a saber são as mesmas motivadas por vender computadores compactos com “câmeras para selfies” ou pessoas motivadas a vender anúncios para os mesmos smartphones (a Samsung é atualmente a maior anunciante no Facebook).

Censura inquietante

A Apple bane uma série de aplicativos por uma série de razões. Alguns por mau gosto e outros para não promover o bullying. Mas quando se trata de informação fornecida como resultado de um processo político ou informação ofertada para afetar o processo político, o critério de censura da Apple é, bem eles não se importarão muito com mau gosto e bullying.

Na semana passada, a Apple baniu um app chamado Speed Camera Alert, criado por um desenvolvedor chamado Charles Yeh. O aplicativo alertava usuários sobre câmeras de velocidade baseado na sua localização. Era simples no seu conceito. O app tomava uma lista de Washington, D.C., das câmeras de velocidade publicadas pelo departamento de polícia e colocava tais informações públicas e legais em um mapa. Quando o usuário estava se aproximando da zona de uma das câmeras, o app emitia um alerta e avisava no display do celular qual era a velocidade atual do motorista.

A Apple baniu o aplicativo por que, segundo ela, “possui conteúdo ou recursos que permite e encoraja uma atividade que não é legal em todas as localidades onde o app está disponível”.

É claro que a Apple está implicando que o Speed Camera Alert encoraja a alta velocidade. Mas caberia a Apple tomar esta decisão?

O processo democrático local determinou que a localização das câmeras de velocidade deve ser de conhecimento público. O aplicativo é só uma forma de entregar tais informações.

Há aqui um aparente “um peso duas medidas”. Outros aplicativos, incluindo e especialmente o Waze (comprado pelo Google) faz algo semelhante.

O Waze é uma ferramenta de navegação e trânsito onde usuários podem relatar a localização de situações temporárias que possam ser de interesse dos motoristas, incluindo aí acidentes, trânsito e outros perigos na estrada.

Mas ao mesmo tempo a aplicação também facilita o compartilhamento de localizações dos carros da polícia. Vários departamentos de polícia e organizações se queixaram da ferramenta, dizendo que encoraja ataques a carros de polícia. E bem, mesmo assim a Apple não baniu o Waze. (Para questão de registro, eu não penso que a Apple deveria banir o app).

A pergunta que fica é por que a Apple baniu o Speed Camerca Alert, mas não o Waze? Seria por que o Google é um grande player e Charles Yeh não?

Em outro exemplo, na semana passada a Apple removeu um app chamado Metadata+. O aplicativo existe para relatar mortes causadas por ataques de drones norte-americanos.

Pois o Metadata+ foi projetado por Josh Begley, editor do The Intercept – uma publicação que emprega Glenn Greenwald e Laura Poitras, os dois jornalistas que divulgaram as revelações do Edward Snowden.

Os dados do app vêm de informações legalmente publicadas pelo Bureau of Investigative Journalism, uma organização de notícias sem fins lucrativos com base em Londres.

Os dados não são ilegais. Não são explicitamente violentos. A razão da Apple para a remoção é que o app contém “conteúdo excessivamente rude e censurável”.

Uma democracia bem informada requer que cidadãos conheçam o que seu governo está fazendo em seu nome, especialmente em questões de guerras.

Os caprichos da natureza humana fazem com que o público se importe muito menos sobre as baixas infligidas por drones armados do que por outros meios – essencialmente dando um passe livre para políticos ordenam esses ataques, politicamente falando.

Vale lembrar que a App Store permite games que envolvem a encenação de operar um drone e matar pessoas.

Bem, recentemente a Apple lançou seu News App junto com o iOS 9. Até então, a companhia não está censurando noticias no aplicativo.

Facebook Instant Articles

Recentemente, o Facebook lançou uma oferta para editoras e jornais batizado de Facebook Instant Articles.

O sistema pré recarrega novas matérias no aplicativo móvel do Facebook para editoras convidadas, rendendo um alcance 10 vezes mais rápido quando usuários clicam para ler a matéria, de acordo com o Facebook.

O recurso ainda se encontra em modo teste, envolvendo uma pequena parcela de editoras e 12,5% de usuários de iPhone que usam o aplicativo do Facebook.

Vale ressaltar que o Instant Articles é atraente para jornais, que estão perdendo leitores devido ao tempo gasto no Facebook. É atrativo também por que o Facebook permite que jornais mantenham toda a receita de anúncios que vendem.

O Facebook já é usado como fonte de notícias para cerca de 63% de seus usuários e o Instant Articles poderia aumentar drasticamente esse percentual e o número de pessoas que obtém informações exclusivamente pelo Facebook.

Google e Twitter estão tão preocupados sobre o potencial do Instant Articles roubar toda a atenção para o trafego de noticias que na quarta-feira, eles lançarão uma alternativa open-source – uma que aparentemente não tem interesse monetário para as partes envolvidas. (Você pode dizer que companhias estão um tanto assustadas quando montam parcerias com suas rivais contra uma terceira rival em comum).

A implicação dessa tendência é que mais notícias se tornam sujeitas aos algoritmos secretos do Facebook, que são constantemente otimizados para servir os interesses da companhia.

E deixe-me falar de outra forma: pessoas votam com base no que elas sabem. Pessoas sabem o que elas leem ou veem nos noticiários. E o que as pessoas leem ou veem pode ser controlado pelos algoritmos do Facebook. Logo, algoritmos secretos podem determinar o curso das eleições.

OK. Isso pode ser um exagero, mas bem, você entendeu a ideia.

E assim como todo o conteúdo, o Facebook irá mostrar as notícias que as pessoas assinam para apenas uma quantidade pequena desses usuários. Seu critério para selecionar quais histórias entregar no Feed de Notícias é desconhecido.

Uma vez que matérias são entregues, o grau de engajamento que elas geram determinará se elas “morrerão” cedo ou não na rede social ou se viralizarão – e potencialmente se terão ou não uma grande influência.

Então claro, a notícia “excepcional” será vista e revista por todos e aquela matéria que possa trazer informações importantes para o exercício democrático pode ficar “escondida”.

Essas iniciativas da Apple e Facebook não terão muito impacto no público em geral. Elas, entretanto, levantam a questão se devemos confiar ou não nesses novos editores da informação para o público – lembrando que a informação e o acesso a pluralidade dela é vital para a nossa democracia.

Em geral, os critérios do Facebook e Apple para escolher quais informações chega ao público parece arbitrário.

Os antigos editores de informações e produtores de matérias de cunho político que costumavam decidir o que o público saberia ou não – dedicaram suas carreiras para manter a democracia informada.

Bem, os novos editores querem apenas que você vá as compras. Há algo aí a refletir.

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