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  4. As novas perspectivas dos CEOs na fase de pós-pandemia
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As novas perspectivas dos CEOs na fase de pós-pandemia

Publicado:
17/06/2022 às 14:00
Leitura
9 minutos

Há algumas mudanças profundas nas prioridades dos CEOs em 2022. Quatro temas surgiram na pesquisa global anual do Gartner com CEOs e executivos seniores de negócios: Pessoas, propósito de negócios, preços e aumento de produtividade. Estes temas irão certamente ajudar os líderes executivos a definirem suas estratégias pós-pandemia e para os próximos anos.

As perspectivas mudaram porque a pandemia trouxe à tona muitas tendências sociais profundas, como o desejo de mudar a maneira como trabalhamos, bem como a fragilidade das cadeias globais de suprimentos. A invasão russa na Ucrânia amplificou os fatores macroeconômicos com os quais os CEOs deverão lidar – como o retorno da inflação. A pesquisa deste ano mostrou que 62% dos CEOs acreditam que a inflação seja um problema persistente, obrigando-os a aumentar preços e a melhorar de forma significativa a produtividade. Os efeitos da invasão Russa na Ucrânia e as sanções econômicas dos governos provavelmente irão agravar a situação, com custos mais altos de exportação e de logística.

Além disso, as mudanças de atitude na vida pessoal-profissional dos colaboradores causaram desafios trabalhistas e de retenção/aquisição de talentos, aos quais os CEOs responderam parcialmente, investindo mais em contratações e aumentos salariais. A pesquisa deste ano também revelou imensas mudanças no pensamento dos CEOs, como a reavaliação da sustentabilidade ambiental como disciplina obrigatória e prioridade para muitas companhias.

Nos últimos quinze anos, observamos apenas uma vez uma mudança tão profunda nas principais prioridades dos líderes empresariais. Isso foi de 2009 a 2010, durante a crise financeira nos Estados Unidos. Agora, notamos que os líderes empresariais estão reavaliando por completo o trabalho, os processos, a visão do negócio e até o modelo de gestão. Essa transformação está sendo catalisada por múltiplas macrotendências e por fatores econômicos – alguns cíclicos, outros não. A expectativa é de que a mudança de mentalidade dos CEOs em relação a este momento seja substancial e duradoura.

Para alinharem as suas estratégias de negócios às tendências globais, os líderes precisam rever suas ambições digitais, compreendendo que os negócios digitais lhes dão vantagem competitiva em relação a outros pares tradicionais de seus setores que já estão e continuarão atrasados por não acreditarem e/ou postergarem o digital. Ainda, por não revisitarem suas culturas organizacionais, não investirem em seus maiores talentos e não elegerem a sustentabilidade ambiental como uma importante prioridade.

Nesse novo ambiente competitivo, a oferta de produtos e serviços diferenciados poderá aumentar a experiência dos clientes com as marcas e gerar diferenciais para os negócios. As empresas estão lutando para encontrar um equilíbrio híbrido entre os modelos de trabalho Home Office e presencial nos escritórios. Portanto, o trabalho remoto será outro ponto de atenção, uma vez que 55% dos CEOs reconhecem que a mudança comportamental que se estabeleceu ao longo da pandemia deve continuar nos próximos anos, apresentando novas preocupações com a cultura corporativa e com a produtividade.

Ninguém questiona que a tecnologia sempre foi habilitadora de uma maior produtividade, mas nos últimos anos, muitos esforços digitais foram direcionados para marketing & vendas, em inovação de produtos e na experiência do cliente, ao invés de o serem para promover ganhos de eficiência operacional interna. O Gartner prevê que um novo foco tecnológico em produtividade inovadora – não apenas incremental – provavelmente será necessário para controlar a inflação mundial ao final de 2022, 2023 e anos seguintes.

Importante notar que as novas dinâmicas de trabalho são desconhecidas e mutáveis. Até 2025, a produtividade será uma das cinco principais prioridades estratégicas de negócios dos CEOs. Por isso, os analistas do Gartner alertam que os líderes não deveriam perder tempo com esforços baseados em conceitos e que demoram muitos anos para gerar resultado. A recomendação é investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para gerar novos produtos e melhores resultados para suas organizações.

O principal desafio dos CEOs até 2023 será a retenção de talentos. Esta questão estará no topo da lista das prioridades, antes mesmo de temas relacionados à tecnologia, como digitalização, comércio eletrônico e segurança cibernética. Quando as coisas estão estáveis ​​em uma área, geralmente os CEOs ficam felizes e delegam totalmente as atividades para os diretores responsáveis. No entanto, quando uma mudança realmente grande está em andamento, os CEOs acabam tendo que se envolver. Isso é o que deve ocorrer com as áreas de recursos humanos que, certamente, estarão no centro das transformações. A pesquisa do Gartner mostra que 49% dos CEOs globais concordaram que “é muito difícil encontrar e contratar os profissionais qualificados que suas empresas precisam.” Em paralelo, esses líderes também estão sendo pressionados a acomodar novas demandas de equilíbrio entre vida profissional e pessoal, especialmente no que tange ao trabalho híbrido, um desejo de muitos funcionários.

As questões ambientais entraram na lista de preocupações dos CEOs pela primeira vez na história da pesquisa, depois de ocupar o 20º lugar em 2015 e o 14º lugar em 2019. No início, era pouco visível. Depois, tivemos uma onda de interesse temporário em 2016, ano da COP 21 (Conferência da ONU sobre Questões Climáticas), que alardeou os impactos das mudanças climáticas. Essa mudança no ranking mostra a preocupação com o tema e a clara pressão de clientes, investidores, reguladores e funcionários para a sustentabilidade ambiental. Vale também destacar que um movimento de investidores ativistas está começando e novas demandas devem influenciar as decisões de negócio.

Os analistas do Gartner recomendam que a sustentabilidade ambiental seja um dos objetivos das transformações digitais, trabalhando de forma combinada. A integração dos pensamentos de transformação digital com o de sustentabilidade ambiental envolverá descarbonização e mudanças na economia circular para novos produtos e modelos de negócios, otimizando a cadeia de suprimentos, associando desenvolvimento econômico a um melhor uso dos recursos naturais e com menor dependência de matéria prima virgem e maior reciclagem. 74% dos CEOs concordam que o aumento do esforço ESG atrai investidores para suas empresas. Portanto, será preciso haver uma revisão estrutural sobre como a tecnologia pode permitir o desenvolvimento de produtos e de operações comerciais para reduzir as pegadas de carbono. Isso precisa ser feito de forma inovadora para aumentar o crescimento dos negócios, em vez de impedi-lo. Dada a importância dos produtos para a diferenciação competitiva, não surpreende que 80% dos CEOs globais pretendem investir em novos produtos e/ou nos substancialmente melhorados em 2022 e 2023.

A ambição dos CEOs por negócios digitais continua a aumentar com força total e as principais prioridades deste ano mostram que:

– O crescimento tem sido sempre a principal prioridade, mas este ano divide o foco com as preocupações e impactos da cadeia de suprimentos. Os CEOs não irão se esforçar tanto para aumentar a demanda se suas empresas não puderem fornecer produtos;

– A tecnologia continua sendo a segunda prioridade. A pandemia mostrou novas alternativas como o trabalho remoto, as vendas online e outros mecanismos digitais;

– O volume de fusões & aquisições (M&As) permanece alto em 2022, embora um pouco abaixo dos anos anteriores;

– A preocupação financeira caiu no ranking deste ano provavelmente porque o fluxo de caixa e as margens de lucro estão bons e as taxas de juros ainda não aumentaram o custo de capital;

– A disciplina de gestão de custos foi muitas vezes forçosamente melhorada pela pandemia e os CEOs não estão prestando tanta atenção a isso este ano;

– Há uma preocupação com a melhoria de produtos, mas há pouca evidência de aumento dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Os produtos estão recebendo ajustes (embalagens, preços e atualizações) para atender às necessidades dos clientes no pós-pandemia, mas devem ser redesenhados para atenderem aos novos anseios dos consumidores;

– Os clientes são sempre importantes, mas a atenção dos CEOs durante a pandemia foi atraída para questões internas de gestão de pessoas, o que deve mudar em breve;

– A atenção às vendas passou de uma base muito baixa para voltar à lista das 10 prioridades dos CEOs. Isso indica que alguns setores da indústria, sem problemas na cadeia de suprimentos, podem impulsionar o crescimento.

Na década de 90, houve um período de relativa estabilidade na história que levou alguns executivos a pensarem na tecnologia digital como uma comodity. Esses profissionais estavam errados. Hoje vivemos uma transição dos modelos de negócios tradicionais para modelos de negócios ‘componentizáveis’ (em composição com criatividade, arquitetura e tecnologia). Estes modelos já começam a promover mais agilidade para que as empresas alavanquem novas oportunidades de negócios (em novas fontes) e mais resiliência diante de disrupções e ameaças. Nesta fase do jogo, a capacidade de aceleração digital de uma organização (da ambição à estratégia à execução) irá definir a perenidade dos seus negócios em seus ecossistemas.

Por último e não menos importante, uma maior capacidade de aceleração digital de uma organização será reflexo de um modelo de Liderança Transformadora que prioriza sua Gente e  promove uma Cultura que habilita o crescimento dos negócios, criando um ambiente criativo, colaborativo e de alta performance, onde todos os seus indivíduos executarão  com entusiasmo e Senso de Propósito em seus diferentes níveis, sabendo que tudo aquilo que fazem no dia a dia está conectado a uma causa maior: a Missão de transformarem as suas organizações.

* César Velloso é country manager do Gartner para o Brasil

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