O Grupo Bremil, que concentra quatro empresas no Rio Grande do Sul e Goiás, empregando mais de 300 colaboradores e exportando para 45 países seus produtos das áreas de condimentos, aditivos, proteínas, fumaças líquidas, reguladores de acidez, misturas proteicas, corantes, floculados para empanados e blends completos ou parciais, potencializou a gestão com BI.
Conforme Maurício Saatkamp, coordenador de TI do Grupo Bremil, a empresa apostou na tecnologia de Business Intelligence para consolidar suas operações, pois o cenário anterior era de muita desintegração: a empresa enfrentava um universo de informações oriundas de todos os departamentos de suas 4 unidades, no qual os dados eram extraídos do ERP, impressos, e então imputados manualmente em planilhas de Excel por funcionários de cada departamento.
Isto levava muitos dias, por vezes até semanas, para ser finalizado, não restando tempo para análise de dados.
Foi deste cenário caótico que nasceu a necessidade de procurar um BI, e o escolhido foi o BIMachine, implementado pela SOL7. A partir da adoção do BI, Maurício conta que a automatização começou pela área comercial e, devido ao grande sucesso que obteve, logo passou para as áreas de controladoria, RH e financeiro.
“Hoje, temos tudo integrado: BI, banco de dados e ERP. Assim que há o fechamento financeiro do mês, em pouquíssimos dias já temos relatórios e análises para todos os segmentos”, comemora Maurício. “Antes, com o Excel, levávamos até o dia 20,30 para conseguir fechar as planilhas, e ainda assim, se alguma informação mudasse, era preciso recomeçar e refazer”, complementa Sandra Marques, gerente Financeiro e Contábil da Bremil. “Hoje isso é passado. Tudo é mais organizado, ágil e muito mais confiável”, conclui ela.
Conforme Sandra, uma das principais vantagens do BIMachine é a atualização de informações é constante e, se necessário, as análises e relatórios podem ser gerados instantaneamente. Um ganho que Maurício também ressalta. “Hoje, durante as reuniões de gestão, podemos gerar gráficos e relatórios e tomar decisões na hora, o que era impossível no cenário antigo, com base em Excel”, destaca o coordenador de TI.
Isso melhorou os processos nas áreas de produção, RH, contábil, financeira, logística e comercial. Agora, todos os dados das 4 empresas do grupo são integrados em uma base única de organização, análise e distribuição, facilitando projeções de cenários, antecipação de gargalos e busca por soluções, identificação de oportunidades de melhoria de negócio e de alcance de mercado, entre tantas outras possibilidades que Maurício faz questão de destacar.
”A automatização do orçamento integrada ao BI, por exemplo, nos permitiu um acompanhamento muito mais próximo às empresas, melhorando controles e garantindo projeções que nos levam a planejar com muito mais assertividade”, ressalta ele. “Foi, definitivamente, um investimento que valeu a pena. Hoje nossa informação é ágil, atualizada e confiável. Isso muda tudo”, finaliza Sandra.
O Grupo Bremil não é um exemplo isolado. A crescente leva de empresas do agribusiness que tem investido em tecnologias para gestão de todas as áreas –
do plantio à industrialização e gestão dos negócios – tem repercutido diretamente no crescimento do setor.
Conforme dados do Cepea/Esalq, o investimento em tecnologia e demais melhorias para os processos do agronegócio levou o segmento a uma alta de 0,36% no PIB só nos 5 primeiros meses deste ano, figurando como setor responsável por nada menos do que 22% das riquezas produzidas anualmente no país.
Um crescimento que se sustenta mesmo na contramão da crise, visto que, no geral, a economia brasileira ainda sofre os efeitos da forte recessão que assolou o país nos últimos anos, com previsão de crescimento do PIB em não mais do que 0,3% em 2017 e redução da projeção para 2018 de 1,7% para 1,3%, conforme avaliações do Banco Central e do Fundo Monetário Internacional (FMI).
“A automatização e poder de gestão trazidos pelo BI são fundamentais para a melhoria da gestão e dos resultados de negócio”, conclui Maurício.