Governo chinês quer usar tecnologias como cloud computing, big data, IoT e mobilidade para rejuvenescer as indústrias tradicionais
O governo chinês detalhou neste sábado os elementos que fazem parte do plano de ação “Internet Plus” que visa a digitalização do país ou, em outras palavras, integrar a internert com as indústrias tradicionais de manufatura para acelerar o crescimento econômico.
O conceito “Internet Plus” foi mencionado pela primeira vez pelo primeiro-ministro e chefe de governo da República Popular da China, Li Keqiang, quando assumiu o cargo em 14 de março deste ano.
O plano de ação “Internet Plus” da China pretende integrar internet móvel, cloud computing, big data e Internet das Coisas (IoT) com a indústria de manufatura atual, usando as tecnologias como motores para o crescimento do e-commerce, redes industriais, internet banking e encorajar as empresas de internet do país a aumentar sua presença internacional, segundo o primeiro-ministo Li.
O documento liberado no sábado pelo governo chinês mapeia os alvos de desenvolvimento e as medidas de suporte que serão adotadas pelo governo na esperança de criar novos modelos industriais integrados com a internet e incentivar o crescimento do empreendedorismo e inovação nas áreas de manufatura, energia, finanças, serviços públicos, logística, e-commerce, tráfego, biologia e inteligência artificial.
A China vem tentando gerenciar o crescimento econômico que está em velocidade lenta desde a crise global de 2009. O plano de internet entra no jogo como forma de dar aos consumidores e serviços mais proeminência na economia. Na lista de ações está o investimento do governo chinês para expandir e atualizar sua infraestrutura, das fibras ópticas aos satélites de comunicação, para melhorar e ampliar a capacidade de fazer streaming de dados especialmente para áreas remotas e rurais, diz o documento divulgado no sábado.