O CIO deve adotar uma estratégia ofensiva para confrontar as demandas de um novo mandato na TI, de acordo com Linda Pawczuk e Joseph Joy, gerentes seniores da Deloitte Consulting.
Durante a última década, muitos CIOs desenvolveram e executaram um mandato de TI que tipicamente incluía as seguintes estratégias core: simplificar o ambiente tecnológico para reduzir a complexidade dos negócios consolidando aplicações, dados, centrais de comando e call centers; reduzir custos com funcionários por meio de offshore ou através de alternativas via provedores de serviços de tecnologia; desenvolver serviços de compartilhamento para criar eficiência e reduzindo operações redundantes.
Em anos recentes, CIOs, profissionais de TI e seus parceiros nas corporações vêm trabalhando de forma incansável e gastando capital significativo para fazer um bom mandato da TI. Atualmente, no entanto, CIOs enfrentam novos desafios para continuar em seus postos diante da crise global.
Esses líderes são desafiados a implementarem novas estratégias de TI, que, em alguns casos, diferem dos princípios históricos de seus mandatos. Por exemplo, muitas organizações de TI estão trabalhando para segregar sistemas corporativos e serviços, eliminar unidades de negócios e promover transições de serviços para adquirir companhias, além de produzir 24×7 com menos profissionais de TI. Para a maioria dos CIOs o novo mandato de TI não é opcional e muitos enfrentam pressões para entregar soluções com capital limitado e poucos funcionários.
Estes CIOs precisam resolver os assuntos dada as condições do novo mandato de TI. A questão que os desafia é: como sair da defensiva para ofensiva na hora de executar o mandato, ao mesmo tempo em que o risco financeiro bate na porta?
Eliminar processos obstrutivos e remover fronteiras para permitir decisões ágeis.
Para se adaptar rapidamente, regras precisam mudar. Historicamente, muitas organizações vêm trabalhando em estrutura, com governança deficiente e, em alguns casos, adeptos a segregação entre as unidades de negócio e TI.
Hoje, os CIOs devem criar cultura de comunicação aberta e frequente entre os parceiros de negócios, times de aplicações, operações de TI e, quando houver, empresas de terceirização. Não deixe líderes, parceiros ou profissionais de TI atrás da estrutura cultural ou com menor interação de comunicação, como e-mail.
Separação, integração, entre outros, integração a questão da velocidade de execução, ao mesmo tempo em que se mantém a qualidade dos serviços.
É preciso que os CIOs criem uma base para comunicar a capacidade de pesquisa e utilização da TI.
Não perca o foco do controle operacional e procedimento de compliance requeridos para suportar produtos core e serviços.
A TI precisa proteger e governar suas principais práticas operacionais. Mais que isso, a TI deveria educar os líderes, institucionalizar controle de emergência.