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Como o design pode ajudar a alavancar negócios

Publicado:
13/08/2015 às 09:06
Leitura
5 minutos
Como o design pode ajudar a alavancar negócios
O design sempre foi visto como algo relativo à arte e ao visual. Mas, no contexto atual de transformação digital na qual empresas estão buscando novos caminhos para permanecerem relevantes, criarem engajamento e fidelização (e consequentemente uma receita significativa), o design surge como arma poderosa.

Esse foi o ponto abordado nessa quarta-feira (12/8) por especialistas do segmento no evento Design Matters, realizado pela Adobe, em São Paulo. Durante suas apresentações, José Colucci, diretor sênior de Portfólio e parceiro associado da agência especializada em design IDEO; Gisela Schulzinger, Chief Branding Officer da Panda Design e professora da ESPM; e Fred Gelli, sócio e diretor de criação da Tátil Design de Ideias, concordam que quem investe em criatividade sai à frente.

Isso também é o que aponta estudo realizado pela Forrester. Na pesquisa para verificar o impacto da criatividade nos resultados de negócios, companhias que incentivam a criatividade conquistam participação de mercado 1,5 vez maior do que as concorrentes.

O desafio atual é: já que a tecnologia trouxe a possibilidade de tornar o mercado ainda mais competitivo, como se destacar?

Não há uma fórmula exata, claro. Mas, na opinião de Gelli, o que aumenta as chances de acerto é criar ações alinhadas ao propósito da empresa. “De modo geral, nenhuma espécie evolui por antecipação. É da natureza poupar energia. Então, mudamos somente quando há necessidade”, conta. “O grande motivador para a mudança é o propósito”, opina.

Para ele, é preciso analisar, dentre todas as competências essenciais que a empresa possui, aquilo que se faz de melhor. “As companhias tentam copiar umas às outras e parecer o que não são. Nesse cenário, a chance de tombo é maior”, afirma.

Cultura da prototipagem
Outro ponto analisado foi o desenvolvimento de produtos ou serviços. É comum o investimento em protótipos que mostrem os prós e contras – ponto importante no processo de criação, afinal é dessa forma que pode-se avaliar a relevância do produto. 

O grande problema é o tempo e o investimento que as empresas comumente aplicam nesse quesito. Para Colucci, o protótipo deve seguir a regra dos três “Rs”: rústico, rápido e relevante. O especialista conta que diversos dos projetos que realizam são feitos com protótipos simples, usando caixas de papelão, por exemplo. 

A ideia é de que o produto possa ser visualizado para, então, ser avaliado e refinado. “Classicamente, a maioria das empresas pensa para fazer”, diz ele, completando que o ideal seria o contrário: fazer para, então, pensar. “Quando você demora para fazer um protótipo, acaba se apegando àquela criação, não aceitando tão bem críticas posteriores”, afirma. “É como dizer para um pai que o filho dele é feio. Ninguém fica feliz em ouvir isso”, brinca.

De acordo com Colucci, ao fazer um protótipo rápido e rústico, em cinco minutos é possível verificar se a ideia é viável ou não, poupando tempo e dinheiro em ideias que não teriam futuro, por exemplo.

Também no quesito relevância deve-se dar destaque para o usuário. Em uma economia na qual o cliente está no centro, é preciso avaliar se uma ideia está atendendo às necessidades dos usuários.

Colucci afirma que é essencial ao negócio estudar de perto como o usuário realmente usa o produto. Apenas perguntar não é satisfatório. “As pessoas não fazem o que elas acham que fazem”, conta. 

Para exemplificar esse ponto de vista ele utilizou um posto para abastecer o carro. A pessoa pode me fornecer cinco passos que ela costuma fazer nesse cenário, como chegar no posto, estacionar o carro, falar com o frentista, pagar e ir embora. Quando, na realidade, uma das primeiras coisas que ela faz é olhar em volta para ver se não tem algum elemento suspeito por perto. “Você só vai conseguir a riqueza de detalhes indo ao habitat dela e observando”, diz.

Outro item interessante para se diferenciar dos concorrentes e inovar é observar os extremos. Segundo o especialista, é comum que se leve em consideração apenas o que a média dos usuários faz. “Tendo insights sobre a vida das pessoas, é possível tem a oportunidade de gerar mais serviços e produtos”, diz. “A parte mágica da inovação é quando você pode criar produtos para novos usuários.”

Abrindo a mente
Os especialistas concordam que não é fácil mudar a cultura de uma empresa, mas, no atual cenário de constantes transformações, isso é algo necessário para a sobrevivência. 

Os novos tempos demandam novas atitudes, de acordo com Gisela. “Isso significa que só vamos sobreviver se entendermos as mudanças e não lutarmos contra elas”, afirma. E, para isso, é preciso começar pequeno. “Encontrar parceiros que possam ajudar nessa nova empreitada”, afirma. “É difícil quebrar a barreira de uma única vez, então é preciso identificar àqueles elementos que apresentam coragem, quem se arrisca mais.”

Colucci concorda e complementa que o processo transformativo começa dentro das equipes. Além disso, o especialista argumenta que é preciso mais do que acertar, aceitar os erros e não reprimi-los. “O maior pecado de um ambiente propício para a criação é a punição de erros. Temos de estimular as pessoas a cometê-los [os erros] de forma inteligente, ou seja, o mais cedo possível”, diz. Errando antes, portanto, faz com que o acerto aconteça antes e com que as possíveis perdas sejam irrisórias.

O design thinking, por exemplo, é uma ferramenta que surge exatamente com o propósito de repensar modelos já ultrapassados, conta Gisela. Para ter sucesso, de acordo com a especialista, é necessário “repensar processosconsiderando a nova economia, que é compartilhada”, afirma. “Essa é a realidade e isso não tem mais volta.”
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