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Stefanini

Desafio de crescimento da IA está na gestão de mudança, acredita Marco Stefanini

Para o CEO global da Stefanini, mercado ainda passa por um hype da IA e aponta desafios na adoção massiva

Publicado:
28/11/2024 às 18:29
Déborah Oliveira
Déborah Oliveira
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7 minutos
Marco Stefanini, fundador e CEO do Grupo Stefanini, sorrindo para a câmera em frente a um fundo vibrante e colorido com formas abstratas, transmitindo uma imagem de energia e criatividade. Ele veste um paletó cinza e camisa azul clara, destacando sua presença profissional
Marco Stefanini, fundador e CEO do Grupo Stefanini. Imagem: Divulgação

A inteligência artificial (IA) foi, seguramente, um dos tópicos mais abordados pela indústria de tecnologia da informação em 2024, com o centro das atenções voltados, especialmente, para a IA generativa. No entanto, para Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini, ainda há um longo caminho a percorrer para que a IA se torne uma ferramenta realmente transformadora nos negócios. Em encontro de final de ano com jornalistas em São Paulo, Marco apresentou uma visão crítica sobre o assunto, apontando os desafios e as barreiras que impedem a adoção massiva da tecnologia.

“Ainda falta tangibilizar a IA”, aponta Marco. Para ele, a principal barreira não é tecnológica, mas cultural. “IA é change management. É como um analista financeiro não saber usar uma planilha. Precisamos construir confiança em IA. O mercado B2B é conservador. A barreira é a gestão da mudança”, sentencia ele.

Marco ressalta que, embora a IA tenha grande potencial para otimizar processos rotineiros, o mercado ainda não endereçou sua missão verdadeiramente transformacional. “No Brasil, vejo que estamos sendo mais pé no chão. Há empresas que têm comprado licenças enormes de coisas básicas da IA generativa. Eu não sou contra, mas é preciso saber para o que usar”.

Jornada da Stefanini em IA

A Stefanini, presente em 104 países, tem investido em IA há mais de uma década, segundo Fabio Caversan, vice-presidente de inovação da Stefanini para América do Norte. Marco compartilhou os três momentos que a empresa viveu antes de mergulhar de cabeça na IA.

Segundo ele, a primeira fase endereçou a experimentação. “Construímos uma plataforma e a abrimos para todos. Quem quisesse construir prompts podia fazê-lo. Chamamos isso de democratizar e popularizar, mas não esperávamos que fosse mudar o negócio”, explica Marco.

Em seguida, a empresa apostou no desenvolvimento estratégico da AI. Assim, a Stefanini apostou no uso da IA em algumas áreas que poderiam fazer diferença no negócio. “Começamos, então, a desenvolver, mas ainda não fez diferença. Implementar no cliente é diferente de adotar massivamente”, continua.

A terceira fase é a adoção massiva, que ainda é uma promessa. “Nossa luta é a terceira etapa, que é a adoção massiva”, destaca Marco, enfatizando o desafio em transformar experimentos em soluções escaláveis que impactem o core business.

Caversan completa. “Não acredito que o desenvolvedor vai perder emprego por IA. Nós sempre estivemos em uma posição equilibrada. Nosso objetivo é ajudar quem está no hype e quem está na desilusão”.

Inovação e aplicações práticas

Neste ano, a Stefanini inaugurou um centro de inteligência artificial em Michigan, nos Estados Unidos, com um time dedicado a avaliar novas tecnologias para integrá-las às soluções e aos processos da Stefanini e o apetite para fazer mais é grande. “O objetivo do grupo não é centralização, mas organizar e trocar experiências para implementar IA em nossos produtos”, explica Caversan.

A empresa criou um marketplace interno, incentivando colaboradores a testarem e desenvolverem soluções de IA. “Evoluímos para prompts e agora temos agentes. Os funcionários podem criar agentes com low code ou no code. Começamos isso internamente, treinando todo mundo, incentivamos a adoção e, mais importante, medimos tudo isso para saber se estamos chegando no nosso objetivo”, detalha.

Com mais de 250 casos de IA implementados em clientes, a Stefanini já colhe frutos dessa estratégia. Um dos primeiros impactos foi no desenvolvimento de software. “Existe uma defasagem grande da demanda em relação aos profissionais. Temos uma escassez de talentos e 1,2 milhão até 2026 só nos EUA. A IA vai ajudar a fechar esse gap, criando histórias, cenários de testes e liberando o time para trabalhar no que é mais crítico”, diz Caversan.

IA na prática

Caversan listou uma série de casos de uso da IA da Stefanini em clientes. Na detecção de fraude em um cliente do setor financeiro, a IA cruza informações do dispositivo, dados pessoais e atividades em frações de segundo, fornecendo uma análise de riscos eficaz.

No marketing digital do perfume Má Cherie, a IA fez a diferença e analisou materiais e sites que mencionavam a marca, sugerindo o lançamento de um novo produto em parceria com o cliente.

Com a Honda, a Stefanini revela ter acelerado o desenvolvimento de um app com 37 funcionalidades, conectando mais de 50 mil veículos. E em uma empresa de mineração, a empresa implementou IA para monitorar 10 km de tubulação de resíduos, reduzindo o tempo de localização de 7 dias para 5 minutos.

Desafios da massificação da IA

A adoção efetiva da IA passa pela sensibilização dos líderes e pela mudança de cultura nas organizações, concordam os executivos. “Novidades trazem retorno rápido, mas não é no trimestre seguinte. Pode provar uma tese, mas nunca o retorno imediato para a empresa. Às vezes, o C-Level tem a motivação, mas na camada média a IA não caminha. Esse movimento de IA não é de TI, é da empresa, e nós somos parte do processo”, pontua Marco.

Ele reforçou a importância de tratar projetos de IA como qualquer outro projeto de tecnologia: “O desafio é que os sistemas são tão dinâmicos que medir o resultado é difícil. Precisamos de IA para analisar a IA. Há um ecossistema ao redor, alimentado por IA, para ver os resultados”.

Quanto à regulamentação, Marco posiciona-se a favor, mas com cautela. “Somos a favor da regulamentação de IA, mas não excessiva e protecionista. Bancos, seguros são altamente regulamentados e menos afetados. Vejo um excesso usando o politicamente adequado. Precisamos trabalhar nessa linha”.

Futuro

Marco enfatiza que a Stefanini não entra em modismos, mas foca no que faz sentido para o negócio. “Como já construímos essa experiência em IA, estamos fazendo M&A de soluções que turbinem com IA. Marketing, soluções financeiras, bancos. Diante desse cenário, aumentamos a perspectiva de investimento de R$ 1 bilhão para R$ 2 bilhões de dólares até 2027”, revelou. A expectativa da empresa é encerrar 2024 com um faturamento próximo de R$ 8 bilhões, impulsionado por IA.

Apesar dos desafios macroeconômicos, Marco revela que a empresa mantém seu ritmo de crescimento e otimismo. “Esperamos que, como em 2022, o mercado volte a aquecer. A gente não entra em hype. Entramos no que faz sentido para a gente”, afirma Marco.

Quanto à expansão global, a Stefanini está focada em ganhar mais market share nos países em que já atua. “Fora do Brasil, temos países grandes, temos escala, mas o market share é grande. Estamos focados em crescer onde estamos do que ampliar mercado. Não significa que não apostamos no Brasil, mas o Brasil é 1,5% da economia global, então temos de atender esses outros”, explica.

Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini Brasil, complementa: “Os próximos passos são agregar mais valor ao nosso cliente. A Stefanini é grande no Brasil, mas ainda reconhecida como serviços de TI. Não somos uma empresa de serviços de TI, mas uma empresa de tecnologia que leva inovação para o mercado”.

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Editora-chefe e diretora de Conteúdo do IT Forum, Déborah Oliveira é jornalista com mais de 17 anos de experiência na área de TI. Tem passagens pelas redações da Computerworld, CIO e IDG Now!. Bacharel em Jornalismo, com graduação executiva em Marketing, e MBA em Marketing. Em 2018, foi vencedora do prêmio de melhor Jornalista de TI no Brasil, do Cecom. Em 2019 e 2020, foi destaque do mesmo prêmio na categoria Telecom. É uma das autoras do livro “Da Informática à Tecnologia da Informação – Jornalistas Contam Suas Histórias”, pela editora Reality Books, lançado em 2020.

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