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Desafios de interrupção ao migrar para tecnologias em memória

Publicado:
10/03/2014 às 17:48
Leitura
7 minutos
Desafios de interrupção ao migrar para tecnologias em memória
A tecnologia de processamento em-memória é promissora, mas a maior parte das empresas não vai chegar lá se isso requerer a substituição de aplicações. Como a SAP, a Microsoft prometeu que os clientes seriam capazes de migrar para o in-memory OLTP com nenhuma interrupção (sem contar o upgrade ao SQL Server 2014). Se verdade, essa promessa se aplica ao universo imenso de aplicações que rodam no Microsoft SQL Server.
Tome por exemplo a Bwin.party, empresa conhecida por jogos online de azar como o PartyPoker, que não teria migrado para a tecnologia in memory caso fossem necessárias revisões das aplicações. A companhia buscava escalar o negócio de apostas três anos atrás, mas esbarrava nas restrições aos I/O do SQL Server 2008 R2. “Nós fomos capazes de migrar a base de dados sem tocar na aplicação por trás de tudo”, conta o gerente de engenharia de database da Bwin.party, Rick Kutschera. 
Sem ter que mudar questões ou otimizar aplicações para tabelas in memory significa que a Bwin.party finalmente conseguiu escalar de maneira rápida suas operações de apostas. A flexibilidade veio em boa hora no ano passado, quando o estado de New Jersey legalizou jogos de azar online e a empresa pode lançar sites em parceria com cassinos, como o Atlantic City.
Tanto a companhia de apostas quanto o exemplo da Edgenet, abordado nas estratégias da SAP, fizeram isso porque foi necessário mover apenas tabelas selecionadas, aquelas que precisavam da memória RAM para serem aceleradas. O SAP Hana, em contraste, usado pela Edgenet, coloca toda a base de dados in memory, então isso requer servidores intensivos em RAM. O lançamento próximo do Microsoft do SQL Server 2014 promete fornecer ferramentas que irão determinar automaticamente quais tabelas dentro de uma database que se beneficiarão ao máximo da performance in-memory, de modo que administradores possam tirar a melhor vantagem desse recurso.
A Oracle anunciou em outubro que irá trazer uma opção em memória para seu Oracle Database 12c (a Oracle comprou a fornecedora de tecnologias em memória TimesTen em 2005, mas sua database e usada principalmente em aplicações financeiras e de telecom). O CEO, Larry Ellison, sinalizou que a Oracle lançaria um produto de tecnologia em memória no próximo ano, e já está garantindo aos clientes que ele não causará ruptura no modo com o qual as empresas já trabalham. “Tudo que funciona hoje irá funcionar com a opção de tecnologia in-memory, e não há migração de dados”, expôs o executivo no Oracle OpenWorld 2013, em setembro.
Esse comentário sobre “migração” é claramente direcionado à SAP, que insiste que mudar de Oracle para o Hana não é difícil. Contudo, as orientações técnicas disponíveis no site da alemã sugerem que a migração do SAP Business Warehouse não é tão simples quanto fazer o upgrade do Oracle 11g para o Oracle 12c (ok, sem surpresas).
No ano passado, a SAP ofereceu a opções de deixar que as companhias rodassem toda a SAP Business Suite (incluindo o ERP, CRM e outras aplicações transacionais) na plataforma Hana. SAP diz que mais de 800 clientes se comprometeram a fazer isso, e ao menos 50 fizeram. Avon Cycles, por exemplo, saiu da Oracle para a Business Suite no segundo semestre do ano passado. O gerente de TI da empresa, Shubhindra Jha, diz que o processo completo, incluindo planejamento, instalação de hardware, testes e rollout de produção durou 90 dias, com apenas algumas horas de downtime. Contudo, a Avon é uma empresa relativamente pequena, com 1.800 funcionários e 75 usuários de ERP.
SAP versus os incumbentes
Não há dúvida: as promessas da Oracle, IBM e Microsoft são um tanto diferentes das ambições da SAP. Evitar a ruptura é crucial para as incumbentes, porque elas querem manter e estender seu negócio com clientes de databases.
 A SAP não está tentando proteger legados e infraestrutura de gestão de dados, então está encorajando as empresas a se livrarem de suas bases de dados e outras infraestruturas redundantes pelo o que ela chama de “simplificação radical”. O ponto da SAP é que, ao rodar tanto aplicações analíticas e transacionais no Hana, inteiramente em memória, as companhias podem aplicar dados separados em warehousing, middleware e infraestrutura de servidores de aplicações, bem como agregar dados e outras cópias deles para se livrar dos gargalos do I/O.
IBM, Microsoft e Oracle não estão propondo que você se livre de nenhuma database ou warehouse de dados – apenas que você faça o upgrade para sua última versão de produto para adicionar capacidades em memória.  E vão além, eles têm produtos separados para workloads analíticos e transacionais que podem criar mais cópias de dados e requerer ainda mais licenças.
Por parte da IBM, o BLU Acceleration é para analytics – mas a empresa também oferece armazenamento em flash para eliminar o I/O e acelerar as aplicações transacionais e o desempenho das databases. Flash não é tão rápido quanto RAM, mas é bem mais veloz que o disco. A IBM diz que é mais barato do que adicionar tecnologia de processamento em memória, e ainda pode reduzir o tempo de transação em até 90%.
A Microsoft provê plugins PowerPivot e Power View para Excel como uma resposta para analytics in-memory, mas essa abordagem pode criar ilhas desconectadas de análises com modelos de dados diversos e versões de informação diferentes a cada usuário.
A resposta da Oracle para a performance analítica em memória é o Exalytics, mas essa appliance se sobrepõe com seu Exadata, cria mais cópias de dados e requer licenças TImesTen ou Essbase. O Oracle Database 12c In-Memory não deve estar disponível até o ano que vem.
O Hana, da SAP, é mais limpo e simples no papel, mas ainda não vimos muita evidência de “simplificação radical”. A SAP é a única empresa que sabemos que roda quase todas suas aplicações na plataforma. Todas as companhias que entrevistados ou pesquisamos estão escolhendo a dedo o que rodar no Hana.
A Avon Cycles, por exemplo, roda sua Business Suite no hana, mas diz que não vai migrar a Business Warehouse até que tenha certeza que poderá replicar todos os relatórios de inteligência com dados históricos adequados. Os reports, depois de tudo, tendem a rodar contra todos os atributos da “era do disco”, então você não pode simplesmente contar com a “simplificação radical” proposta pela SAP.
Já a fabricante de alimentos Maple Leaf Foods está migrando seu Business Planing analítico e a Consolidation do Oracle para o Hana, mas não tem planos de migrar todo o data warehousing da SAP que hoje roda em Oracle para a plataforma alemã. O Hana ainda é um departamento que corre sozinho. “Só aceleramos os dados que criam valor, então somos seletivos sobre o que mover e a quantidade de dados que movemos para ele, se é em um, dois, ou três anos de dados”, diz o vice-presidente de soluções de informação da Maple Leaf, Michael Correa. “Olhamos as possibilidades para colocar o CRM no Hana, e estamos intrigados pela ideia de colocar tudo no Hana… mas não é prioridade para nós nem em termos de aceleração ou simplicidade nos próximos anos”.
Maior parte das empresas seguirão essa linha de pensamento à medida que se questionam: qual o custo e risco do processamento ultra acelerado, e quais as diferenças que levam à redução de custos ou elevação na receita? A TI responderá essas questões caso por caso, função por função. Tenha em mente que essas opções in-memory geralmente demandam upgrades para as últimas versões de software, seja o SAP BW ou Business Suite, IBM DB2, Microsoft SQL Server, ou Oracle Database. Só esse custo, sozinho, irá adiar a implementação para muitas companhias. Então, espere a guerra do in-memory se aquecer neste ano, mas as batalhas ainda acontecerão por alguns anos à nossa frente.
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