2. GPS
A tecnologia de GPS (sistema de posicionamento global) pode estar ?na linha divisória? para a maioria dos usuários de telefones celulares dos Estados Unidos. Aposto que esta tecnologia será muito requisitada a partir de agora. É aqui que a SiRF Technology Inc. entra em ação. A parceira do projeto Android, situada em San Jose, Califórnia (EUA), define a si mesma como especialista em incluir recursos de “reconhecimento de localização” em dispositivos móveis.
Para nossa avaliação das perspectivas da Android, o fato a ser destacado é que a SiRF não é uma provedora de serviços ou softwares de GPS comuns. Seu conceito é mais amplo: fornece chips que permitem que o GPS seja conectado com fios aos aparelhos de telefonia. Os circuitos integrados também são suficientemente pequenos para que não prejudiquem o design do aparelho. O chip SiRFstarIII GSD3t mede somente 3,12 mm por 3,17 mm, e sua altura é de 0,68 mm.
A empresa ressalta que suas arquiteturas SiRFstar III e SiRF Instant são capazes de economizar energia. Contudo, acrescentar um circuito integrado independente no celular para ter compatibilidade com o GPS claramente irá consumir o já restrito orçamento direcionado ao consumo de energia, com o qual seus engenheiros estão tentando lidar.
De acordo com isso, provavelmente seja justo esperar pouca ou nenhuma diferença entre a duração da bateria de um GPhone ou qualquer celular com Android e a da bateria do iPhone, da Apple.
3. Navegador na web realmente leve
Considerando que as redes de telefones celulares dos Estados Unidos continuam restritas quanto às velocidades de conexão, aparelhos com Android serão equipados com um navegador que pode ser carregados sem apresentar a ataul lentidão.
É aqui que a Opera entra em cena, e também onde uma análise dos papéis dos membros da Open Handset Alliance como responsáveis pelo prognóstico sobre o GPhone encontra seu primeiro obstáculo.
O browser móvel Opera Mini 4 já foi lançado. Este parece ser exatamente o recurso que poderia utilizar como definitivo, uma vez que é otimizado para rolagem e navegação mais rápidas, e para renderização de páginas em dispositivos móveis.
Todavia, a Opera não é membro da Open Handset Alliance. Mas isso não é, necessariamente um impedimento para a adoção do browser. Considere que um porta-voz, discretamente, se recusou a informar se a companhia havia sido convidada a participar da aliança, e acrescentou que está “muito próxima do Google”.