A Embratel irá testar a tecnologiaWiMAX em 12 cidades brasileiras em 2008, segundo o presidente da operadora, Carlos Henrique Moreira. O custo do projeto, que deverá acontecer durante todo o ano, gira em torno de R$ 130 milhões e R$ 140 milhões, com foco no mercado corporativo. “O WiMAX não será usado para universalização da banda larga. A 3G está muito mais avançada”, afirmou o executivo.
Segundo Moreira, a escala da tecnologia ainda não permite rentabilidade para oferta de tarifas baixas. “O produto está mais simples agora, por isso ninguém usava”, afirmou, referindo-se ao uso de licenças WiMAX licitadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em 2002, que quase não foram aproveitadas pelas empresas compradoras.
O executivo defendeu que todas as empresas possam ter acesso a todas as tecnologias para oferecer serviços no futuro.
Na telefonia fixa, Moreira comentou que a área corporativa e residencial estão indo bem. “O Livre (serviço de telefone fixo da operadora) está sendo vendido porta-a-porta”, explicou. “Antes não era assim. Não dá para fazer propaganda e gerar expectativa no consumidor”, completou. De acordo com ele, o Livre conta hoje com mais de um milhão de assinantes.
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