A idéia de terceirização, apesar de todos os avanços, ainda não está consolidada
É uma ironia do destino que para ganhar controle, às vezes você precise ceder. Com soluções hospedadas, software como serviço, terceirização e a “consumerização” da TI está se tornando difícil – e cada vez mais sem sentido – manter controle absoluto sobre tudo. E por que você quereria?
Hoje, os CIOs hoje mais opções do que nunca para ajudar a gestão de TI. Aceite o gerenciamento remoto da infra-estrutura de TI. Ter um time em Chennai resolve não só o trabalho de desenvolvimento mas também os seus serviços de rede, suporte de help desk, manutenção de servidor. Apesar de o gerenciamento de infra-estrutura ser algo que “virtualmente toda empresa faz todos os dias,” argumenta Bill Piatt, CIO do International Finance Corp, acontece que as “pessoas simplesmente acham que existe diferença se esse trabalho é feito fora do país.” Mas não há. “Electrons não precisam de passaporte,” diz Piatt, que obtém seu suporte de infra-estrutura por meio de uma combinação de terceiros no país, fora dele e perto dele. “Qualquer um pode fazer esse serviço de qualquer lugar.”
E o que dizer do último termo da TI: “computação em nuvem”. Usando aplicações de outros pela internet ou rodando a sua na infra-estrutura de um terceiro permite CIOs se preocuparem menos com o crescimento e diminuição da demanda de gerenciamento dos computadores e redes e se focar em entregar valor ao negócio.
Ainda, porém, tais disposições não estão totalmente claras. Ainda restam questões quanto à segurança, aplicações latentes e modelos de preços para a “computação em nuvem,” e o custo total de gerenciamento de infra-estrutura remota.
Algumas pessoas questionam se essas tendências garantirão a homogenização / commoditização da TI. Outros acreditam que haverá uma nova onda de customização e desenvolvimento interno quando as pessoas descobrirem a diferença entre a equação de custo/qualidade e o que importa para a diferenciação real.