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Fundiu, e agora? Ou o que acontece com os funcionários quando a empresa em que trabalham é comprada

Em processos de fusão e aquisição, dúvidas e incertezas tomam conta de profissionais de TI que atuam nas corporações. Especialistas dizem como se comportar.

Publicado:
02/06/2008 às 07:35
Leitura
4 minutos
Fundiu, e agora? Ou o que acontece com os funcionários quando a empresa em que trabalham é comprada

Depois de muitos rumores, vem a confirmação: a empresa em você trabalha foi comprada. A situação, comum no mercado de tecnologia da informação, provoca incertezas e questionamentos sobre o futuro das duas corporações.

Mas o que acontece com os profissionais de TI que estão no meio dessa confusão? Muita incerteza. E, ao contrário do que possa aparecer, não é só quem trabalha na companhia adquirida que enfrenta esse tipo de dúvida. Quem está do outro lado da mesa – é funcionário da empresa compradora – também vive o mesmo dilema.

“Há incertezas dos dois lados”, afirma Rubens Antonelli, diretor de serviços de TI da consultoria de RH TopMind, especializada hunting de TI, processo de recrutamento e seleção por meio do cruzamento de informações de banco de dados e networking. Os profissionais são escolhidos a partir do perfil solicitado pela empresa-cliente, mas são contratados pela TopMind, no modelo de terceirização.

Antonelli sentiu na pele os aspectos delicados de um processo de fusão. Nos anos 90, quando a Alcatel chegou ao Brasil e se constituiu por meio da compra de diversas empresas, ele trabalhava na Multitel, uma das aquisições da companhia francesa.

O processo causou muitas mudanças no negócio da companhia e nas funções de Antonelli, que encarou as transformações de forma positiva. “Se a mudança já está definida, então, torne-se um líder. Não adianta lutar contra”, ensina. Nadar a favor da maré foi positivo para Antonelli, que permaneceu na Alcatel por cinco anos após o negócio.

Informe-se
Thais Blanco, especialista em ajudar empresas na gestão de recursos humanos em processos de fusão e aquisição, diz que informar-se sobre a nova empresa é o primeiro passo que os profissionais devem dar em um processo de fusão.

Ela é líder recém-criada da área de CTT (Transações e Transformações Corporativas) da Hewitt, consultoria de RH. Na opinião de Thais, o processo de fusão ou aquisição é o momento em que a empresa deveria olhar mais atentamente para o profissional, mas admite que essa não é uma prática comum.

Para a consultora, antes mesmo de concretizar a compra, ainda durante o processo de análise do negócio, a empresa interessada na outra deve descobrir quem são os líderes da companhia que será adquirida e fazer ofertas para mantê-los.

Mas, se isso não for feito, cabe ao profissional buscar informações sobre a corporação que está se unindo à sua. Desde uma simples busca na internet até acionar a rede de contatos. “É preciso fazer perguntas das mais simples às mais complexas”, orienta.

Os questionamentos vão mudar em função do próprio negócio. Se a empresa é estrangeira e está começando a atuar no Brasil, o cenário é um. Caso sejam duas operações locais, a história ganha outro desenho. No primeiro caso, competências que não eram críticas, como falar outro idioma, ganham importância. No segundo exemplo, há sobreposição de funções.

Problema ou solução?
Em qualquer situação, no entanto, pelo menos uma regra permanece válida: a atitude do profissional. De nada adianta adotar uma postura reativa à fusão, com reclamações, fofocas e críticas ao negócio. A mudança aconteceu, quer você queira ou não. “A pergunta que o profissional tem que se fazer é se ele é parte do problema ou da solução”, ensina Thais.

E parte da solução pode estar em abandonar a corporação, com o funcionário optando por um plano de demissão voluntária ou a uma oferta da empresa. Mas, antes de uma decisão dessas, é preciso muita reflexão. Precipitação é a pior alternativa nesses casos.

“Este momento tem desafios, mas também grandes oportunidades. Se você se antecipar, pode sair e perder uma grande chance”, enfatiza Carlos André, diretor geral da Informatica Corporation, especializada em integração de dados.

André esteve dos dois lados do processo de aquisição. Trabalhava na Novell, quando a companhia adquiriu a WorldPerfect, e, depois, na PeopleSoft quando a empresa foi comprada pela Oracle. Ele garante que nos dois casos houve oportunidades para profissionais das duas empresas. “Uma fusão sempre abre oportunidades para bons profissionais, independentemente de que lado eles estão”.

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