A possível fusão entre Oi e Brasil Telecom não muda os planos de expansão GVT, segundo seu vice-presidente de administração e finanças e relações com investidores, Karlis Kruklis. “A operação parece ser de sinergia financeira, para obter ganhos de escala, não mercadológica, com possibilidade de maior agressividade no mercado”, afirmou.
Para Alcides Troller Pinto, vice-presidente para o mercado de varejo da operadora, o fato da nova operadora ter as operações de telefonia fixa e móvel também não altera nada. “Nós já competimos com a BrT com telefonia móvel desde 2004”, comentou. Na opinião dele, as duas operadoras têm produtos similares com os quais a GVT já compete separadamente (BrT na Região II e Oi em Belo Horizonte).
De acordo com Kruklis, a GVT não foi sondada por nenhuma empresa para uma possível aquisição. “Se tivermos alguma oportuinidade pontual de comprar, podemos fazer, mas não é a prioridade”, completou.