De acordo com ESET, rede social é a mais utilizada pelos criminosos para aplicar golpes do tipo
Entre as várias formas que um criminoso pode subtrair dados de uma pessoa, a engenharia social é um dos recursos mais utilizados. Essa técnica trata de, com base no comportamento do público, criar “armadilhas virtuais” que o façam entregar seus dados acreditando se tratar de um motivo válido e justo.
A companhia de segurança ESET mencionou recentemente um golpe surgido na América Latina em 2017 e que ainda faz muitas vítimas na região: o uso de engenharia social para, por e ail, convencer usuários a ceder informações pessoais acreditando se tratar de uma mensagem enviada pela rede social LinkedIn.
De acordo com a empresa, o golpe se inicia com o usuário recebendo um email informando que sua conta poderá ser desativada, indicando um link para o qual ela pode reativar seu perfil. Ela, então é direcionada para uma página comum de formulários, fora do LinkedIn. O documento, porém, pede informações como login e senha.
Segundo Camilo Gutierrez, chefe do laboratório de pesquisa da ESET América Latina, esse golpe é mais comum em outros países da região. Porém, o profissional indica que há chances de que uma prática similar seja implementada no Brasil.
“Como mencionamos recentemente na ESET, quando falamos sobre as mensagens e e-mails mais usados pelos cibercriminosos para promover golpes, o LinkedIn é a rede social em que os criminosos mais tentam fazer esse tipo de golpe”, explica.
Para quem deseja se proteger, a companhia apresenta os seguintes conselhos: