Logotipo IT Forum
IT Forum Instituto Itaqui Distrito Itaqui IT Invest
IT Forum - A Comunidade de Tecnologia se Encontra Aqui
  • Todas as notícias
  • Negócios
  • Liderança
  • CIO
  • Carreira
  • IA
  • Cibersegurança
  • Plataformas
  • ESG
  • Vídeos
  • Nossas colunas
  • Colunistas
  • Pesquisas
  • Prêmios
Revistas
  • IT Forum Líderes
  • Series
  • Histórias da TI
  • Ver todos
  • Todos os eventos
  • IT Forum Trancoso
  • IT Forum Forte
  • IT Forum Mata
  • Sobre o HIT
  • Todos os materiais
Todas as notícias Negócios Liderança CIO Carreira IA Cibersegurança Plataformas ESG Vídeos
Nossas colunas Colunistas
Pesquisas Prêmios
Revistas
Todos os videocasts E agora, TI? Entre Tech IT Forum Líderes Series
Todos os eventos Trancoso
Todos os materiais Todos os materiais
  1. Home
  2. Notícias
  3. Negócios
  4. Google investe em usina a gás com captura de carbono para abastecer data centers
energia
Google
usina a gás

Google investe em usina a gás com captura de carbono para abastecer data centers

Projeto em Illinois acende debate sobre uso de combustíveis fósseis na transição energética e impacto climático das big techs

Publicado:
24/10/2025 às 17:30
Redação
Redação
Leitura
4 minutos
Prédio corporativo do Google com fachada de vidro refletindo o céu e árvores ao redor. O logotipo colorido do Google está em destaque na parte superior do edifício (agentspace, IA generativa, carbono)

A nova aposta da Google para garantir energia a seus data centers de alta demanda vem causando controvérsia. A empresa firmou acordo para apoiar a construção da Broadwing Energy Center, uma usina a gás natural no estado de Illinois (EUA) equipada com sistema de captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês).

De acordo com o The Verge, o projeto, previsto para entrar em operação em 2030, promete capturar até 90% do CO₂ emitido durante a queima do combustível, mas reacende críticas sobre o uso de gás fóssil em plena era da descarbonização.

A usina de 400 megawatts fornecerá a maior parte da eletricidade contratada pela Google, que descreve o projeto como uma oportunidade de “acelerar soluções promissoras de CCS e aprender rapidamente sobre seu potencial”. O modelo de captura prevê armazenar o dióxido de carbono a mais de um quilômetro de profundidade em poços próximos à planta, evitando o envio do gás para projetos de recuperação de petróleo, prática comum em outras iniciativas do tipo.

O CCS é visto por parte da indústria como uma tecnologia capaz de mitigar as emissões e permitir uma transição gradual para fontes renováveis. No entanto, especialistas questionam sua viabilidade econômica e o risco de prolongar a dependência dos combustíveis fósseis. Segundo um relatório do Government Accountability Office dos EUA, de seis projetos de captura de carbono apoiados pelo Departamento de Energia americano, apenas um entrou em operação — e acabou fechado anos depois por inviabilidade financeira.

Leia também: Sônia Guimarães, do ITA: a física que inspira nova geração de cientistas negras

O custo da energia

Além da baixa eficiência, o custo da energia gerada por usinas com CCS pode ser até o dobro do produzido por fontes como solar e eólica, conforme estudo australiano de 2023. Ainda assim, o modelo ganha fôlego político nos Estados Unidos, especialmente após a volta de Donald Trump à presidência e a retomada de incentivos federais para projetos de gás e captura de carbono, enquanto subsídios a parques solares e eólicos são gradualmente reduzidos.

A iniciativa da Google também reflete a pressão crescente por mais energia para data centers, impulsionada pela corrida global da inteligência artificial. Em 2024, a empresa registrou aumento considerável em sua pegada de carbono, mesmo após anos liderando investimentos corporativos em energia limpa. A demanda energética de seus centros de processamento, agora focados em IA generativa, supera a capacidade de novas fontes renováveis em algumas regiões dos Estados Unidos.

Críticos apontam que, embora o gás natural emita menos CO₂ que o carvão, ele libera metano, um gás de efeito estufa mais potente, durante a extração e o transporte. Esses vazamentos anulam parte dos ganhos climáticos e agravam os impactos ambientais locais. Já comunidades próximas às usinas a gás relatam preocupações com poluentes atmosféricos e riscos à saúde.

Mesmo assim, o projeto Broadwing simboliza uma inflexão na estratégia energética da Google. A companhia, que há mais de uma década é uma das maiores compradoras corporativas de energia eólica e solar, agora aposta em um modelo híbrido: manter suas metas de neutralidade de carbono enquanto experimenta soluções de captura para suprir o aumento de consumo causado pela IA.

Com o novo contexto político em Washington favorecendo o setor fóssil, especialistas alertam que iniciativas como essa podem sinalizar uma guinada das big techs na transição energética, menos baseada em substituição e mais em compensação. O resultado pode definir o ritmo e a credibilidade da descarbonização digital nos próximos anos.

 Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!

energia
Google
usina a gás
Seta para cima
Mais lidas
Inteligência Artificial

SAS defende “IA com propósito” e lança agentes inteligentes para decisões que performam

10 meses atrás

1
Gestão

Capital cognitivo híbrido, o próximo capital das organizações

2 semanas atrás

2
Inteligência Artificial

“O varejo não compete mais por canal, mas por capacidade de movimentar produtos”, diz CIO da Motz

2 semanas atrás

3
Carreira

Husky: mais de 70% dos brasileiros que trabalham para empresas estrangeiras são de exatas

2 anos atrás

4
Inovação

Startups: 5 grandes empresas explicam o que buscam antes de investir

11 meses atrás

5
Logo IT Forum
Newsletter
As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada.
Instagram Linkedin Facebook Tiktok Youtube
Autor
Redação
Redação
LinkedIn

A redação contempla textos de caráter informativo produzidos pela equipe de jornalistas do IT Forum.

Ver publicações deste autor
Notícias relacionadas
Ver mais Seta para direita
Notícias relacionadas
Ver mais Seta para direita
Capital cognitivo híbrido, o próximo capital das organizações
Gestão
Capital cognitivo híbrido, o próximo capital das organizações

Heriton Duarte

2 semanas atrás

Dilema da IA está entre escalar produtividade e preservar confiança
Inteligência Artificial
Dilema da IA está entre escalar produtividade e preservar confiança

Déborah Oliveira

2 semanas atrás

“O varejo não compete mais por canal, mas por capacidade de movimentar produtos”, diz CIO da Motz
Inteligência Artificial
“O varejo não compete mais por canal, mas por capacidade de movimentar produtos”, diz CIO da Motz

Pamela Sousa

2 semanas atrás

Xerox anuncia nova estrutura global para o mercado da Print
Negócios
Xerox anuncia nova estrutura global para o mercado da Print

Redação

3 semanas atrás

Conectando a tecnologia e o futuro dos negócios

Insights e inovações para líderes no IT Forum.

Conteúdos

  • Notícias
  • Colunas
  • Pesquisas
  • Series
  • Revistas
  • Videocasts
  • Eventos

Notícias

  • Todas as notícias
  • Negócios
  • Liderança
  • CIO
  • Carreira
  • Inteligência Artificial
  • Cibersegurança
  • Plataformas
  • Sustentabilidade
  • Vídeos

IT Forum

  • Sobre nós
  • Envie seu Release
  • Mídia Kit
  • Contato
  • Expediente
  • Cultura
  • Distrito Itaqui
  • Anuncie
  • Notícias
  • Colunas
  • Pesquisas
  • Series
  • Revistas
  • Videocasts
  • Eventos
  • Todas as notícias
  • Negócios
  • Liderança
  • CIO
  • Carreira
  • Inteligência Artificial
  • Cibersegurança
  • Plataformas
  • Sustentabilidade
  • Vídeos
  • Sobre nós
  • Envie seu Release
  • Mídia Kit
  • Contato
  • Expediente
  • Cultura
  • Distrito Itaqui
  • Anuncie

Logo do IT Forum
Estr. Dr. Yojiro Takaoka, 4601 - Ingahi, Itapevi - SP, 06696-050
Icone Instagram Icone Linkedin Icone Facebook Icone TikTok Icone YouTube
  • Link Política de privacidade
  • Link Fale conosco
  • Link Termos de uso
  • Link Trabalhe conosco
Copyright © 2026 IT FORUM - Todos os Direitos Reservados