Em 2015, a IBM fechou o ano com 7.355 patentes, de acordo com um comunicado divulgado na quarta-feira (13/1), ficando atrás apenas da Canon, da Qualcomm e do Google.
Cerca de 2 mil dessas patentes são referentes à nuvem e à computação cognitiva, o que mostra o investimento da empresa na área.
A CEO da empresa, Ginni Rometty, tem focado esforços em machine learning e tecnologias similares para expandir o portfólio em computação cognitiva – especialmente para potencializar os serviços e soluções entregues por meio de uma de suas criações mais promissoras, o Watson. A IBM investe cerca de 6% da sua receita anual em pesquisa e desenvolvimento.
De acordo com a chief innovation officer da empresa, Bernie Meyerson, à medida que cloud e computação cognitiva estão ganhando fôlego no cenário atual, isso mostra que “estávamos trabalhando nisso há anos e anos”, disse.
“Essas são patentes bem básicas – e são fundamentais. Elas são a base sobre a qual muitas outras coisas irão ser construídas”, completou.