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IMS no caminho para a convergência

Alcatel, Cisco, Lucent e Nortel acreditam que nos próximos quatro anos haverá a massificação do uso dessa tecnologia, que pode significar a garantia de sobrevivência das operadoras e uma importante oportunidade de receitas para os fornecedores.

Publicado:
21/11/2005 às 11:41
Leitura
8 minutos
IMS no caminho para a convergência

Imagine uma conversa entre uma pessoa no computador, com outras no celular, no telefone fixo e na televisão. Cada uma utiliza sua própria rede, mas todas acessam a mesma aplicação. Parece ilusionismo? Idéia de futurista? Não se engane, porque segundo o mercado de telecomunicações, essa realidade ficou muito próxima após a criação do IMS (IP Multimedia Subsystems ou subsistemas multimídia IP).

A tecnologia IMS foi desenvolvida pelo Third-generation Partnership Project (3GPP), grupo de empresas que coordena o desenvolvimento de aplicativos para a terceira geração. No caso do IMS, o grande diferencial é a possibilidade de combinar recursos de voz, vídeo e telefonia, não importando se estão em tempo real ou não. Ele permite a integração entre várias formas de acesso, independentemente da tecnologia empregada. É essa plataforma de serviços IP que possibilita a convergência de todos esses elementos.

Empresas como Cisco, Nortel, Lucent e Alcatel acreditam que esse é o futuro das telecomunicações. A estimativa de massificação varia de um para outro, mas não há dúvida de que isso acontecerá em menos de quatro anos. A revolução promete ser grande. “Se o IP transformou a camada de rede, o IMS deverá modificar radicalmente o nível de aplicações e serviços”, afirma o diretor de telecomunicações da Cisco no Brasil, Pedro Ripper.

No núcleo do IMS está o protocolo de iniciação da sessão (do inglês, SIP), um sistema que sinaliza o ajuste e une as chamadas e sessões dos dados e que já é o padrão adotado em vários produtos de VoIP. “Essa tecnologia marca o momento em que o coração das redes de telefonia se tornam IP”, acredita o diretor de aplicações móveis da Alcatel para a América Latina, Thomas Labarthe.

O presidente da Lucent, Wagner Ferreira, garante que quando o IMS amadurecer, as operadoras terão uma infra-estrutura única, não importando se a oferta for via celular, telefonia fixa, Wi-Fi ou IPTV. “Desde que sigam o protocolo SIP, todos poderão conversar por essa rede e isso permite que as operadoras possam dar atenção para um nível acima, o dos serviços que podem ser prestados a partir disso.”

Uma das possibilidades, segundo o executivo, é que a operadora saiba quando o cliente está passando em frente a uma loja, por exemplo, e se ele estiver cadastrado no serviço, poderá receber a informação de uma oferta daquele local. “O serviço se adapta ao tipo de vida da pessoa”, garante Ferreira.

Antes, de acordo com o diretor de redes wireless da Nortel, Marcelo Ceribelli, cada aplicação criada precisava de uma “caixa” no sistema de cobrança e outra no de cadastro. “No começo tudo bem, mas com o tempo isso aumentou radicalmente, assim como o número de usuários dessas redes e não é mais possível fazer essa integração. É isso que o IMS resolve”, explica.

Benefícios

Mas o que levaria as operadoras a investir em mais uma tecnologia que ainda tem complementaridades que precisam ser definidas pelo 3GPP? As respostas estão na ponta da língua de cada um dos fornecedores e muitas delas são coincidentes.

As principais justificativas são a redução do custo de operação da rede e a conseqüente otimização do valor de aquisição e manutenção; possibilidade de convergência entre redes fixas e móveis (no caso das operadoras que possuem os dois sistemas); rápida introdução de novos serviços; e a manutenção das características únicas dentro da própria operadora, o que, na opinião de Labarthe, da Alcatel, ajudaria a evitar a canibalização do mercado. “Novos fornecedores estão tirando o espaço das empresas de telecomunicações rapidamente, como o Skype, por exemplo. A saída é modernizar a infra-estrutura para manter-se competitivo.”

Para o usuário, o IMS resultaria na independência em relação ao meio de acesso, já que haveria a coexistência entre eles. “Não importará mais se uma pessoa está falando de um celular, pela televisão ou pela internet e nem de onde foi feita essa chamada”, comenta Ripper, da Cisco.

Como todas os grandes nomes desse mercado acreditam que o IMS é a proposta do futuro, não há quem não invista em pesquisa e desenvolvimento nesse campo. A Alcatel destina 13% do seu faturamento – que foi de 12,3 bilhões de euros em 2004 – para pesquisa e diz que boa parte desses recursos foram destinados ao IMS. O mesmo acontece com a Lucent, que encaminha 10% de seus recursos para investigações sobre a nova tecnologia. A Cisco também segue essa linha e revela que metade dos 18% da receita de 24 bilhões de dólares destinados para pesquisa vão para a área de telecomunicações, assim como a Nortel, que no primeiro semestre faturou 5,39 bilhões de dólares e direcionou 17,7% desse valor para estudos.

Em que pé está?

Até agora, poucas operadoras fecharam contratos específicos de IMS, tanto no Brasil, quanto lá fora. O momento, segundo as empresas, é de investir em testes e em plataformas pré-IMS e é nisso que tanto clientes quanto fornecedores estão trabalhando. A Alcatel, por exemplo, conta que tem contratos iniciais com empresas na Ásia e Europa e que por aqui tem acordos para preparar os sistemas da Brasil Telecom e da Telemar para receber o IMS. Labarthe acredita que as primeiras implementações acontecerão já em 2006 e que a massificação deverá acontecer entre 2007 e 2008.

A Lucent, por sua vez, está se especializando em IMS há dois anos e já está realizando cerca de 50 testes com operadoras ao redor do mundo. Os principais negócios relacionados à IMS da empresa foram firmados com as operadoras norte-americanas Sprint, no começo deste ano, e com a Cingular, que contratou os serviços da companhia por quatro anos. O presidente da fornecedora aposta que a tendência é de que as operadoras adotem o IMS em grande quantidade em no máximo dois ou três anos, já que os primeiros passos já estão sendo dados neste ano. “A fase do receio já passou, porque hoje já se sabe que o IMS é o caminho. Estamos vivendo a fase de troca dos planos”, diz Ferreira.

Com a compra de uma especialista em SIP, a Dynamicsoft, em setembro de 2004, a Cisco crê que se adiantou nesse tipo de solução. Neste ano, a empresa conta que fechou um grande negócio com uma companhia de cabo norte-americana e outro com a Sprint TCS. “Fizemos a primeira implementação push-to-talk baseada em SIP”, orgulha-se Ripper. O executivo concorda com seu colega da Lucent, dizendo que a adoção em massa do IMS deverá acontecer em até três anos, mas aponta que o Brasil costuma ter um ano de atraso em relação ao resto do mundo.

Apesar do otimismo, a Cisco alerta: “O IMS ainda tem lacunas que não são 100% padronizadas. Existem casos em que não há garantia de que as aplicações de diferentes empresas funcionarão de maneira harmoniosa. O sistema só começará a fazer sentido lucrativamente quando tiver pelo menos quatro ou cinco serviços sobre ela”, diz o diretor de telecomunicações da empresa no Brasil.

A Nortel também prefere ser cautelosa. Está fazendo as primeiras demonstrações e testes em grupos controlados e aposta que a partir de 2006 haverá experimentações de forma mais avançada. A adoção do IMS pela maioria das operadoras, no entanto, deverá acontecer a partir de três anos. “Esse quadro, na minha opinião, se repete no Brasil”, afirma Ceribelli. O profissional comenta que a aposta da Nortel para buscar o diferencial será a criação de um ecossistema de fornecedores integrados, que irão contratar e trabalhar juntos desde o início do acordo, para lançar o serviço, até o funcionamento final. “Queremos evitar aquela cena de ?a minha parte está pronta, o problema agora é com eles”, descreve. A intenção da empresa é apresentar uma solução amarrada, para que quando o cliente compre uma nova plataforma, não leve seis meses para que fique integrada.

A unanimidade, por enquanto, é de que o IMS está se tornando rapidamente uma das áreas mais aquecidas da indústria de telecomunicações e que pode significar a garantia de sobrevivência das operadoras e uma importante oportunidade de negócio para os fornecedores.

O que o IMS traz de bom

Possíveis melhoras que a arquitetura do IP Multimedia Subsystem Architecture pode trazer

* Convergência fixo móvel

* Oferece mais “pegue e fale”

* Facilidade para criar sessões multimídia

* Melhor qualidade de VoIP

* Menos etiquetas de telefone

* Proliferação de novos serviços

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