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Quem precisa do IPv6?

<br><img src="http://computerworld.uol.com.br/AdPortalv5/images/exclusivo_online.gif"><br>O protocolo que vai ampliar a capacidade de endereçamento da internet promete tomar o poder sem fazer alarde.

Publicado:
20/07/2005 às 18:11
Leitura
6 minutos
Quem precisa do IPv6?

Uma revolução silenciosa toma corpo na internet. É a migração para o IPv6, protocolo que promete aumentar o número de assentos no ciberespaço. Esta é sua face mais óbvia. Para a indústria, que sustenta seu desenvolvimento desde 1994, seus benefícios vão mais além.
“Não existe falta de endereços no IPv4 – ainda”, explica o diretor de serviços e tecnologia do Registro.br, Frederico Neves. “Metade do endereçamento possível do IPv4 ainda não foi alocado.” Isso significa que cerca de 2 bilhões de endereços ainda IP estão vagos.

É muito? Depende. “Não daria para atribuir um número para cada habitante da Terra, por exemplo”, explica Neves. O fato é que, se o ritmo de procura por endereços IP se mantiver nas taxas atuais, o estoque de numeração estará esgotado em até 20 anos, prevê.

Mas o fim do estoque poderá ocorrer bem antes, por uma razão simples: a explosão no uso dos celulares, principalmente os de terceira e quarta geração. “Os novos sistemas serão grandes motivadores da expansão da rede”, aposta Neves. A operadora japonesa NTT testa redes de celulares com IPv6 desde 2003.

Engenheiros da Nokia e da Cisco atuam na gerência do grupo de trabalho do IPv6 na Força-Tarefa de Engenharia da Internet (IETF, em inglês), com outras empresas do setor.

Fenômeno recente
Curiosamente, não havia tantos celulares em 1994, ano em que a proposta do IPv6 tomou força. No Brasil daquela época, segundo dados da Anatel, havia pouco mais de 755 mil aparelhos em operação. Dez anos mais tarde, o número saltou para 65,6 milhões.

Por isso mesmo, não dá para acusar o IPv4 de ter nascido com falhas. Quando foi criado por Vinton Cerf e Robert Kahn nos anos 70, a capacidade de endereçamento de 32 bits parecia infinita. Combinados, eles resultam em 2 elevado à potência 32, ou 4,3 bilhões.

Cerf admitiu, em entrevista, que não tinha idéia do uso público dessa tecnologia.  “Éramos todos engenheiros e não podíamos ver utilidades significativas”, disse o pai da internet, que agora se dedica à Rede Interplanetária, um projeto conduzido pela Nasa.

A mágica da multiplicação dos endereços é fácil de explicar. O IPv6 estende o número de bits usados no endereçamento, de 32 para 128. Isso eleva as combinações a 2 elevado à potência 128. O valor, se escrito, seria próximo do número 34 seguido por 37 zeros.

O livro online “TCP/IP Fundamentals for Microsoft Windows”, da Microsoft, até brinca ao afirmar que “para cada metro quadrado da Terra haveria uma quantidade de endereços equivalente a 65, seguido de 22 zeros”. Mas não é só para isso que o IPv6 foi criado.

Demanda oculta
Já os outros beneficios do IPv6 são mais discretos. Até hoje, boa parte da demanda por novos endereços permanece oculta graças a remendos feitos na tecnologia IPv4, como o protocolo NAT.

O NAT, sigla para Network Address Translation, é engenhoso. Faz com que roteadores ajam como intermediários entre a rede pública (a internet) e uma rede local privada. Os computadores escondem-se por trás do roteador e aparecem na internet com um só IP.

O resultado é uma economia de IPs. Mas o NAT também trouxe problemas, como a sobrecarga nos roteadores, que têm de traduzir os endereços. Como fica no meio do caminho, ele prejudica o funcionamento de aplicações peer-to-peer, como comunicadores instantâneos e jogos online, e até a telefonia sobre IP (VoIP).

Ao dsitribuir endereços à vontade, o IPv6 torna soluções como o NAT obsoletas. Ele também oferece melhor fluxo de tráfego, embute requisitos de segurança que são opcionais na versão 4 e tem mecanismos que garantem níveis de qualidade na transmissão de dados (algo necessário em aplicações como VoIP).

O protocolo tem ainda atributos especialmente interessantes para os administradores de rede, como a capacidade de reendereçar computadores da rede de forma automática – um recurso interessante em tempos de fusão de empresas.

O aumento de confiabilidade do hardware também deu alguma folga à internet. Alguns dígitos verificadores, usados para checar a integridade dos dados provenientes da rede, foram extintos. Isso reduz o trabalho do roteador e acelera o tráfego de dados.

Indústria a postos
A indústria já vem se enquadrando ao novo protocolo há tempos. “Todas as 20 linhas de produtos da Cisco já estão prontas para o novo padrão”, conta o engenheiro de sistemas da empresa, Carlos Mont?Alverne.

Há várias grandes redes IPv6 em operação no mundo, afirma o engenheiro. Uma, a 6bone, tem base nos EUA. Japão, China, França e outros países têm grupos de estudo que reúnem universidades, governos e empresas.

Mont?Alverne reconhece, contudo, que essas mudanças só ocorreram por iniciativa da indústria. “Não foram os usuários que pediram um novo protocolo IP”, conta.

Felizmente, a migração nem deverá ser sentida. “Na maioria dos casos, migrar para a tecnologia IPv6 será uma questão de software. Não será preciso trocar de plataforma, a não ser que seja muito antiga, de 1990 para trás”, disse.

Essa é justamente uma das premissas da IETF. O IPv6 foi projetado para ser uma “evolução” do IPv4, para que pudesse ser instalado como uma atualização de software nos aparelhos de rede existentes, e para funcionar de forma simultânea com o IPv4.

Vários sistemas operacionais também já estão prontos para trabalhar com o IPv6. A Apple tem um kit de desenvolvimento com IPv6 para o Mac OS X. Free BSD e Linux, clones do Unix, têm suporte a IPv6. HP, IBM e Sun também prepararam seus sistemas.

Tudo indica que a mudança será mesmo gradual. Como disse Frederico Neves, do Registro.br, a grande maioria das aplicações também já está pronta para o IPv6, caso do navegador Firefox. “Até o site do Registro.br opera com IPv6. Não haverá dia D”, garante.

Links:
TCP/IP Fundamentals for Microsoft Windows, livro online: http://www.microsoft.com/technet/itsolutions/network/evaluate/technol/tcpipfund/tcpipfund.mspx


Internet Engineering Task Force (IETF): http://www.ietf.org


Entrevista de Vinton Cerf ao The Guardian: http://www.guardian.co.uk/online/talktime/story/0,13274,1161365,00.html


Interplanetary Network – www.ipnsig.org


Ipv6 Forum – www.ipv6forum.com


6bone, rede IP – www.6bone.net

 

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