Movimento cada vez mais comum traz conveniência e novas formas de interação entre consumidores e instituições
Invisible Banking, ou banco invisível: esse é o nome dado à tendência que pode mudar substancialmente a forma como os consumidores lidam com dinheiro e serviços financeiros. Operações que antes exigiam o acesso a aplicativos ou agências estão se tornando mais integradas ao cotidiano, graças ao chamado embedded finance, ou finanças incorporadas.
De acordo com a Juniper Research, soluções de embedded finance devem movimentar mais de US$ 180 bilhões até 2027, impulsionadas por parcerias entre fintechs, varejo e plataformas digitais. Segundo Thiago Carvalho, diretor de estratégia na Actionline, essa tendência ocorre porque os consumidores querem “fluidez, rapidez e confiança”.
O executivo cita cinco razões pelas quais o invisible banking deve ganhar cada vez mais espaço:
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