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Das quadras e salas de aula para a TI: eles tinham outras carreiras e se reinventaram

A jornada de adaptação e reinvenção de quem encontrou na TI um novo caminho profissional

Publicado:
24/10/2024 às 08:45
Déborah Oliveira
Déborah Oliveira
Leitura
7 minutos
carreira em TI
Imagens: divulgação

*com colaboração de Pamela Sousa, repórter do IT Forum

A escassez de profissionais de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil abriu caminho para um fenômeno crescente: a transição de carreira para o setor. Engenheiros, advogados, professores e até atletas profissionais vêm abandonando suas trajetórias tradicionais para apostar em uma área em rápida expansão. Segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom), o déficit de profissionais na TI deve chegar a quase 800 mil vagas abertas nos próximos anos. Para quem enfrenta a incerteza em áreas mais saturadas, a TI se tornou uma promessa de estabilidade — mas não sem desafios.  

O ingresso na tecnologia exige um processo de aprendizado constante, e os que migram precisam equilibrar o pragmatismo com a capacidade de se reinventar.  

Leia também: TI no Brasil: setor em expansão, mas com carência de profissionais

Em entrevista ao IT Forum, João Felipe Vianna, Adriano Oliveira e Alexandre Amaral abordaram suas trajetórias de transição para a tecnologia e as aprendizados que tiveram nesse processo. Confira. 

João Felipe Vianna, do basquete à cibersegurança 

João Felipe Vianna, hoje analista de cibersegurança na Niva Tecnologia da Informação, cresceu cercado pelas quadras de basquete. Seu pai, João José Vianna, conhecido no mundo esportivo como Pipoka, representou o Brasil em três Olimpíadas, jogou na NBA e passou por clubes importantes no Brasil. A carreira brilhante do pai, porém, não limitou o filho quanto ao mundo esportivo. “Eu sabia que ele era uma exceção. Poucos jogadores conseguem viver só do esporte”, reflete. 

Com 1,94 metros e o porte típico de um atleta, Vianna parecia predestinado a construir uma trajetória semelhante. Passou pelos clubes de base, conseguiu uma bolsa nos Estados Unidos para jogar e estudar ciência da computação, e chegou a atuar em Suzano, na principal liga brasileira de basquete, a NBB. Mas, diferentemente de muitos colegas de quadra, decidiu que o basquete seria apenas uma paixão lateral. “Queria garantir meu futuro e sabia que a tecnologia poderia me oferecer isso”, diz. 

A escolha pela TI não foi um desvio abrupto. Ainda jovem, ele já nutria um fascínio pelos computadores e videogames, que sempre disputavam com a bola de basquete sua atenção. Ao chegar nos Estados Unidos, onde a cultura universitária mistura educação e esportes, Vianna encontrou no currículo acadêmico a ponte entre essas duas paixões. “Sempre gostei de programar, de entender como as coisas funcionavam. Queria criar jogos, e foi isso que me levou a escolher a ciência da computação”, conta. 

Quando retornou ao Brasil, no entanto, ele percebeu que o mercado de TI oferecia mais do que apenas a programação. Estagiando na Niva Tecnologia da Informação, ele se apaixonou pela área de segurança da informação, um setor menos glamoroso do que o desenvolvimento de jogos, mas com um papel fundamental na proteção de dados e na estrutura digital das empresas. “A área de redes e segurança tem um apelo prático. Cada dia é um novo desafio e isso me lembra a vida no esporte, a rotina intensa de se preparar, de estudar o adversário”, explica. 

Ainda que o basquete tenha perdido o protagonismo em sua vida, ele acredita que o esporte lhe ensinou as lições que hoje aplica na carreira. “Sou muito disciplinado no que faço, e isso vem dos anos em que vivi o basquete de forma intensa. A rotina de treinos, as viagens, a competitividade, tudo isso me preparou para os desafios que enfrento hoje”, diz.  

Apesar de tímido, o profissional reconhece que a convivência com pessoas tão diferentes ao longo dos anos – seja por colegas de equipe ou adversários – o ajudou a desenvolver a resiliência e a capacidade de trabalhar em equipe, qualidades raras no ambiente de TI. “É uma área muito técnica, em que as pessoas às vezes têm dificuldade em se relacionar, mas eu tento sempre valorizar os vínculos.” 

Adriano Oliveira, da educação à IA 

Adriano Oliveira passou 18 anos no setor de educação, lecionando e gerenciando escolas de idiomas. Formado em Letras Tradutores e Intérpretes, sua trajetória começou a mudar quando ele percebeu o potencial da tecnologia, especialmente da inteligência artificial (IA), na democratização do acesso à informação. 

De olho nessa cenário, ele decidiu mudar completamente o rumo da sua carreira. Atualmente, Oliveira cursa um MBA em Inteligência Artificial pelo ICMC-USP e mantém um repositório de soluções de IA, o findaitools.com.br, que começou como um hobby. 

“A decisão de migrar para a área de tecnologia se deu quando comecei a entender como a IA pode contribuir para os processos de aprendizagem”, explica. Apesar de não ter experiência prévia em tecnologia, ele destaca que muitos dos aprendizados adquiridos em sua carreira anterior, como comunicação e gestão de pessoas, foram fundamentais para sua nova jornada. 

Segundo ele, os principais desafios foi aprender tudo do zero. “Há três anos, eu não conhecia absolutamente nada sobre tecnologia, codificação ou áreas relacionadas”, revela. Oliveira destaca que esse processo de aprendizado não foi apenas uma mudança de área, mas uma verdadeira redescoberta de si. “Esse movimento ajudou a entender que há muitos recursos de excelente qualidade disponíveis gratuitamente. Apesar de a transição exigir muita dedicação e disciplina, é possível adquirir os conhecimentos e habilidades necessários, mesmo para quem já tem muitos anos de experiência em outra carreira.” 

Para quem quer mudar para TI, Oliveira apresenta uma dica: entender como a nova profissão pode oferecer mais crescimento e autonomia. 

Alexandre Amaral, do futebol para a tecnologia 

A trajetória de Alexandre Amaral, diretor de vendas para cloud & data center da AMD, é marcada por sua paixão pelo futebol. Seu pai era atleta profissional de futebol e, desde criança, ele o acompanhava em seus jogos, sendo sua verdadeira inspiração. Foi nas quadras e nos campos que Amaral teve a oportunidade de jogar em diversos clubes de São Paulo, como Corinthians, Palmeiras, Portuguesa e Juventus. 

“Joguei como federado até os 25 anos, período durante o qual conciliava estudos, trabalho e treinos”, lembra. Sua carreira começou a mudar quando ele decidiu priorizar sua profissão na IBM, onde trabalhava enquanto ainda jogava. “Era hora de focar na tecnologia quando percebi que minha carreira estava prosperando”, relata. 

Para ele, o maior desafio dessa mudança foi a linguagem da comunicação, que no esporte é bem diferente da empregada mundo corporativo. “Entender a nova dinâmica e adaptar a minha comunicação foi fundamental. A leitura do ambiente vale para o esporte e para o mundo corporativo e devemos estar sempre atentos e adaptar nosso discurso ao ambiente que estamos inseridos.” 

Ele destaca que as habilidades adquiridas no esporte foram cruciais para sua trajetória na tecnologia. “A mentalidade resiliente, o foco e a importância do trabalho em equipe que aprendi no futebol são aplicáveis a qualquer projeto tecnológico”, afirma. O executivo ressalta que, assim como no esporte, a colaboração e a comunicação eficazes são essenciais para o sucesso em projetos tecnológicos. 

“A capacidade de se adaptar e encontrar soluções criativas para os problemas é uma habilidade que levo do campo para o escritório”, completa. Para aqueles atletas que estão considerando uma mudança para a tecnologia, ele aconselha: “Estude e esteja preparado para enfrentar desafios. Conversar com pessoas próximas e ter mentores pode fazer toda a diferença”.

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Déborah Oliveira
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Editora-chefe e diretora de Conteúdo do IT Forum, Déborah Oliveira é jornalista com mais de 17 anos de experiência na área de TI. Tem passagens pelas redações da Computerworld, CIO e IDG Now!. Bacharel em Jornalismo, com graduação executiva em Marketing, e MBA em Marketing. Em 2018, foi vencedora do prêmio de melhor Jornalista de TI no Brasil, do Cecom. Em 2019 e 2020, foi destaque do mesmo prêmio na categoria Telecom. É uma das autoras do livro “Da Informática à Tecnologia da Informação – Jornalistas Contam Suas Histórias”, pela editora Reality Books, lançado em 2020.

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