Tecnologias avançadas para planejamento, projeto, produção e gestão de ativos capazes de eliminar desperdício e cortar custos, principalmente em momentos restritivos como o atual, são o chamariz da Autodesk no IT Forum 2015, que acontece de 17 a 21 de abril, na Praia do Forte (BA), com a participação dos principais CIOs das 500 maiores empresas do Brasil.
As novas ferramentas atendem os setores de governo e de infraestrutura (que constroem e gerenciam obras civis e de infraestrutura), empresas de manufatura (que desenvolvem os mais diversos produtos), automobilística, finanças, educação, varejo, logística e segmento industrial que precisam gerenciar todo o seu patrimônio imobiliário, mantendo-o nas melhores condições de operação a um custo-benefício competitivo.
Além de projetadas para acesso via dispositivo móveis, colaboração e computação em nuvem, as novas ferramentas são baseadas em processos modernos de trabalho como o Building Information Modeling (BIM) e o Product Lifecycle Management (PLM).
A Autodesk deverá apresentar ainda no IT Forum 2015 novos modelos de licenciamento de suas tecnologias. Entre os quais, a entrega eletrônica de licenças (Electronic License Download) e as assinaturas por tempo determinado (Desktop Subscription), que dão acesso expandido às tecnologias e serviços, permitindo melhor gerenciamento do orçamento e compliance de TI em empresas de diversos tamanhos.
“Temos uma expectativa muito positiva para o nosso segundo IT Forum. Em 2014, pudemos apresentar tecnologias para clientes que não tinham a percepção completa do diferencial que a Autodesk entrega ao negócio de cada empresa”, relata Márcio Pinto, gerente de Marketing da empresa.
Ele frisa que a fornecedora de software atende não apenas o setor construtivo, mas todos os negócios que possuem ativos físicos em fase de planejamento, construção ou em operação. “Particularmente este ano, não existe uma empresa no País que não esteja pensando em economia. A tecnologia Autodesk é uma poderosa ferramenta não só para cortar gastos de TI, como eliminar desperdícios e reduzir risco dos planos de investimento”, garante o executivo.