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5G

O que esperar do 5G em 2020? Um guia para orientar nossas ansiedades

Publicado:
14/01/2020 às 16:15
Leitura
6 minutos

A quinta geração de telefonia móvel, o 5G, é o próximo grande passo da indústria de telecomunicações e da tecnologia. Fale sobre 5G e as pessoas do mercado te responderam em uníssono coisas como: “downloads ultrarrápidos, redução de latência, economia de energia, Internet das Coisas”.

As promessas do 5G são muitas e vão de acordo com a nossa crescente necessidade (ou ansiedade) por serviços conectados e instantâneos. Do ponto de vista da indústria e das organizações, o 5G dará um novo significado e escala à Internet das Coisas e reserva potencial para criar negócios ainda não imaginados.

A discussão, entretanto, de suas promessas não é de hoje. Ela retoma profecias que vêm ecoando, pelo menos, os últimos quatro anos. Afinal, o passo natural sequente ao 4G LTE é o 5G NR (New Radio). Mas a indústria e as operadoras ainda parecem estar longe de entregar aos aparelhos dos consumidores aquilo que se espera quando se pensa em 5G. Portanto, o que é possível – realmente – esperar para o 5G em 2020?

Aparelhos 5G

Os telefones 5G podem não estar nas suas mãos, mas eles já transitam alguns lançamentos. As principais operadoras americanas já lançaram o 5G de alguma ou outra forma. No Brasil, já tivemos demonstrações experimentais do 5G em ambientes controlados. Quanto aos dispositivos, só a Xiaomi, em 2019, garantiu que lançou, pelo menos, 10 aparelhos 5G. Já a Samsung saiu com o Samsung Galaxy S 10 5G como o seu primeiro aparelho da categoria. Ele está disponível nos Estados Unidos e Reino Unido e custará aos ansiosos algo como US$ 1.300. Vale lembrar que o Samsung Galaxy S11 está na iminência de ser lançado, em fevereiro e, bem, a expectativa do mercado diz que ele será compatível com o 5G.

A Motorola não lançou nenhum smartphone “integral” 5G. Mas garantiu para si uma parcela na nova geração de telefonia móvel com o Moto Z3 e o Moto Z4 – ambos que permitem anexar um Moto Mod com compatibilidade 5G.

No Mobile World Congress de 2019, a Huawei apresentou o Huawei Mate X, um aparelho que, além de suportar o 5G, era dobrável. A gigante chinesa apresentou também outros aparelhos 5G – Huawei Mate 20 X 5G, Mate 30 5G e Mate 30 Pro 5G. Somam-se ao clube dos aparelhos que prometem suporte à quinta geração de telefonia móvel: LG V50 ThinQ 5G, Xiaomi Mi Mix 3 5G, Samsung Galaxy A90 5G e Samsung Galaxy A90 5G.

Já para 2020, o que podemos esperar de aparelhos com 5G? A Apple ainda não anunciou – oficialmente – um aparelho 5G. Mas se há alguma coisa certa é que o próximo iPhone 12 será compatível com redes 5G. Só teremos certeza, na verdade, em setembro deste ano, data do lançamento dos próximos iPhones.

O movimento natural para 2020, no que diz respeito a lançamentos de smatrphones, é que as fabricantes cheguem com opções “mais acessíveis”, com a Xiaomi liderando a frente. O Mi 9 Pro custa o equivalente a US$ 520 na China – metade do preço do Galaxy S10 5G.

E afinal, valerá a pena se jogar na frente para comprar um aparelho 5G? A resposta é não, por enquanto, pelo menos é o que argumentam analistas até mesmo em mercados relativamente adiantados no que diz respeito ao 5G, como os Estados Unidos.

Os aparelhos 5G atuais não conseguem ainda acessar tanto o espectro 5G mmWave e o sub-6GHz. Mas, segundo executivos da Qualcomm, uma das empresas que têm liderado o assunto, isso deve mudar no primeiro trimestre deste ano. “No início do primeiro trimestre de 2020, vocês começarão a ver uma série de aparelhos que terão suporte tanto a mmWave e sub6GHz”, disse um executivo da Qualcomm durante o Snapdragon Summit, no Havaí em dezembro.

Quem lidera a corrida 5G?

O potencial de mercado para o 5G é generoso. Segundo estimativa da KPMG, a tecnologia 5G para verticais da indústria deve bater o valor de 4,3 trilhões – só nos Estados Unidos – nos próximos anos. Para além das operadoras, o varejo, manufatura e a vertical de saúde, poderão pegar carona nas promessas do 5G para maximizarem seus lucros, segundo a consultoria.

Avaliação de um estudo comissionado pela Qualcomm e realizado pela IHS Markit aponta que o mercado global para o 5G valerá US$ 13,2 trilhões até o ano de 2035. Projeções dessa dimensão animam o mercado e cobra urgência das organizações para abocanhá-lo. Neste sentido, há empresas de semicondutores que têm liderado a corrida ao 5G – são elas Huawei, Qualcomm, Ericsson, Broadcom e Intel.

Em dezembro do ano passado, a Qualcomm reivindicou alguns superlativos quando anunciou o Qualcomm Snapdragon 865, seu novo processador que promete ser “a plataforma 5G mais rápida do mundo”. De acordo com a companhia, o chip traz o mais avançado sistema 5G Modem-RF para oferecer a conectividade e o desempenho necessários para a próxima geração de dispositivos.

A Huawei é uma das gigantes de tecnologia que têm se destacado no setor, entretanto a companhia tem sofrido fortes revezes de um dos maiores mercados do mundo: o norte-americano. Com proibições desde o governo de Donald Trump, a chinesa pouco tem conseguido avançar por lá.

Principal fornecedora global de telecomunicações, a companhia tem enfrentando dificuldades para vencer contratos de implementação do 5G também em países como Noruega, Austrália e Suécia. O Reino Unido, entretanto, parece estar no caminho de tomar uma decisão oposta ao dos Estados Unidos. O primeiro-ministro britânico Boris Johnson deve manter parte do equipamento da fabricante para cumprir metas de cobertura de alta velocidade em toda o território do Reino Unido até 2027.

O que esperar do 5G para o Brasil?

O Brasil está na lanterna do desdobramento 5G. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou a definição do leilão do 5G previsto inicialmente para março deste ano para o início de 2021.

Em entrevista dada à Folha de S. Paulo e UOL, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, disse que o leilão foi adiado por problemas técnicos e que seu desdobramento só acontecerá em 2022. “Essa é a minha estimativa. A Anatel já falou ‘acho que vai ficar para 2021’. Estamos discutindo ainda”, declarou.

Esse atraso, entretanto, compromete inovações no curto e ao longo prazo. Estudo da Ericsson, de outubro do ano passado, destacou que o adiamento do leilão custaria ao Tesouro brasileiro cerca de R$ 25 bilhões em receitas fiscais perdidas, além da perda financeira em investimento direto em infraestrutura.

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