No Brasil, o cenário de crise impulsionou o empreendedorismo. De acordo com o último relatório sobre o empreendedorismo no Brasil, feito pela Global Entrepreneurship Monitor e publicado pelo Sebrae, a taxa de empreendedorismo brasileiro cresceu de 34,4% para 39,3% em 2015.
Segundo Allan Pires, CEO da consultoria PA Latinoamericana e da multinacional dinamarquesa Targit, os estados de Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais são exemplos de que o Brasil está próximo de algo semelhante ao movimento do Vale do Silício por conta de três fatores decisivos:
A busca por apoio de uma base forte acadêmica conhecimento é tão importante para uma empresa tradicional quanto para as que estão começando agora. Exemplo clássico desse movimento foi a aproximação entre a comunidade de TI e o governo estadual de Goiânia, auxiliando no desenvolvimento de startups, principalmente em termos de financiamento e pesquisa. Outros exemplos de regiões é a Santa Rita do Sapucaí e Santa Catarina.
O que era muito comum no Vale do Silício e hoje já é possível identificar no Brasil e atualmente startups bem sucedidas ou em crescente expansão possuem aliados.