Em 2019, o BEC manteve sua classificação como a ameaça mais lucrativa e a mais proeminente para os clientes da companhia
A UNIT 42, equipe de inteligência de ameaças da Palo Alto Networks, divulgou seu overview sobre a atividade de ataque do SilverTerrier, grupo nigeriano de crimes cibernéticos que usa principalmente o método de Business Email Compromise, um tipo de ataque que frauda e-mails corporativos.
Em 2019, o BEC manteve sua classificação como a ameaça mais lucrativa e a mais proeminente para os clientes da companhia. De acordo com o Centro de Reclamações sobre Crimes na Internet (IC3) do FBI, que divulgou recentemente seu relatório anual, US$ 1,77 bilhão em perdas foram atribuídas a ataques do BEC ao longo de 2019.
Com casos relatados em todos os 50 estados e em 177 países, o FBI também publicou um comunicado de imprensa em setembro de 2019 anunciando que, no período de três anos anteriores, as perdas do BEC eclipsaram US$ 26 bilhões em todo o mundo. Em perspectiva, as perdas conhecidas e relatadas associadas a essa ameaça agora excedem as perdas globais estimadas do WannaCry (estimados em US$ 4 bilhões) e do NotPetya (estimados em US $ 10 bilhões) combinados.
A pesquisa divulgada pela UNIT 42 mostra que a Nigéria continua a ser um ponto principal para essa ameaça em particular. O Brasil não está de fora do mapa das ameaças do SilverTerrier. De acordo com o estudo, a empresa identificou 220 amostras de malware usadas pelo menos 2.248 vezes no país em 2019.
Acesse aqui e confira o relatório completo.