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Parceria com Williams e desafios da Fórmula 1 motivam Avanade com analytics

Publicado:
11/11/2016 às 13:11
Leitura
6 minutos
Parceria com Williams e desafios da Fórmula 1 motivam Avanade com analytics

Carros de Fórmula 1 não são apenas máquinas de velocidade, design e inovação. São também máquinas de big data que geram um volume de dados impressionante a cada corrida. Em apenas uma volta, por exemplo, a quantidade de dados armazenados corresponde a 10 filmes em 4K. As informações são coletadas por até 250 sensores, que enviam detalhes sobre o desempenho de diversos itens do veículo, como pneus, aerodinâmica, estabilidade etc. O desafio é transformar tudo em informações úteis para melhorar a performance e ser mais competitivo. Algo semelhante à implementação desse tipo de tecnologia em empresas.

A diferença é que o cenário é mais crítico e exige informações rápidas. São dados e mais dados e uma pressão enorme para decisões em tempo real – afinal, cada milésimo de segundo conta e muito. Diante deste cenário, a Williams Martini Racing, do piloto brasileiro Felipe Massa, está completando seu segundo ano de parceria com a Avanade para utilização de tecnologias baseadas em analytics, que transformam a enorme quantidade de dados em informações úteis e essenciais para melhora no desempenho.

Para Rob Smedley, chefe de performance de veículo da escuderia, a F-1 é diferente de qualquer outro negócio em termos de velocidade de mudanças. A busca por desenvolvimento de novas ferramentas para os carros, processos e operações é intensa. E o ponto crucial é entender os dados. “É extremamente importante podermos analisar os dados e entendermos as tendências que são mostradas desde aplicações a ferramentas. O segundo ponto importante é otimizar a equipe e evitar trabalhos manuais. Os engenheiros podem usar o tempo pensando em inovação, tomando decisões e melhorando a nossa performance”, declarou Smedley, um dos mais respeitados engenheiros da categoria – desde 2013 na Williams, foi líder de performance da Ferrari por 8 temporadas, onde também trabalhou com Felipe Massa. 

“O carro está gerando big data e os dados estão crescendo cada vez mais. Não podemos gerenciar como fazíamos há 15 anos, quando tínhamos apenas 10 sensores nos carros. O benefício da ferramenta é mostrar o que fazer”, ressaltou Smedley. Para gerenciar a inteligência e engenharia dos carros, a estrutura é robusta. Na parte dos fundos dos boxes, atrás de onde ficam os carros, estão a inteligência e os técnicos responsáveis pela análise dos dados e tomada de decisões, por meio de monitores e mais monitores. Tudo em sintonia com a equipe para melhorar a performance.

Avanade acelera rumo à transformação digital
Provedora de soluções Microsoft, a Avanade escolheu embarcar nessa aventura para colocar à prova seus produtos e serviços. A empresa desenvolveu uma ferramenta baseada no Power BI, da Microsoft, para “tratar” os dados da escuderia, com serviços integrados com a plataforma em nuvem Azure.

Rodrigo Caserta, country manager da Avanade no Brasil, é um dos apoiadores da parceria. O executivo, que acompanhou a visita de jornalistas, entre eles do IT Forum 365, à estrutura da equipe às vésperas do GP de Interlagos, defende a escolha global pelo esporte. “Qual esporte gera tanta demanda de tecnologia, inovação e se transforma com tanta rapidez como a Fórmula 1? Sabemos que não é o esporte mais popular do mundo, por isso, se o objetivo fosse branding, chegar na maior parte possível de pessoas, a escolha seria outra. Mas a Avanade tem como missão ser líder de inovação”, conta Caserta.

O executivo ressalta que a pressão de lidar com um projeto como esse traz enormes ganhos para a empresa. “Se conseguirmos ser relevantes em uma empresa desse segmento, significa que podemos ajudar outros clientes em outros setores. Estamos sendo muito exigidos, dá pra sentir isso. Se a solução faz realmente diferença no dia a dia, é um indicador que podemos ser relevantes para outras empresas talvez menos intensivas no uso de TI.”

São projetos em diversas frentes. Um deles é no monitoramento dos pneus, em que são coletadas informações, que são agregadas e interpretadas para ajudar os engenheiros em alguns painéis a tomar decisões sobre o tipo de desgaste, o momento de trocar os pneus etc. Outra frente foi a realização de testes em túneis de vento para medir desempenho e aerodinâmica. “Também conseguimos que engenheiros interpretem informações em tempo real que são capturadas pelos sensores”, observa Caserta.

Outras aplicações da Avanade para a Williams tiveram foco interno. Foram ferramentas de portal e intranet para melhorar a troca de informações entre os funcionários. A tecnologia utilizada foi o Share Point da Microsoft.

Essência do esporte
Assim como diversos outros setores, a tecnologia exigiu enormes adaptações à Fórmula 1. Smedley lembra que, há dez anos, uma equipe reduzida dava conta de captar informações de apenas dez sensores que eram instalados nos carros.

Para evitar a soberania da engenharia dos carros frente à performance dos pilotos, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) buscou ao longo dos últimos anos aplicar mudanças nas regras para evitar que a automatização fosse o maior diferencial entre as equipes. Smedley conta que, no início dos anos 2000, o carro era basicamente comandado pelos engenheiros, que tinham permissão de fazer ajustes durante as provas. Havia o link da garagem para o carro e os pilotos apenas apertavam os botões no volante e alteravam configurações como motor e freios.

Atualmente, as ordens permitidas durante as corridas são apenas dos carros para os boxes, com ações para exigir mais habilidades dos pilotos. “Precisamos dos pilotos na Fórmula 1. É um elemento do esporte. Poderíamos criar diversos robôs e não teria graça nenhuma”, comenta.

Diante de todo o novo cenário da transformação digital, Smedley defende o balanço de todos os fatores para manter a essência da competição esportiva. “Temos que manter nossa liderança em tecnologia e inovação, mas sem perder o equilíbrio para manter o elemento do esporte”, concluiu.

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