Maioria dos executivos de segurança cibernética relatou que foram alvo de ataques cibernéticos entre 2017 e 2018
A ameaça nunca foi tão grande: os ciberataques têm alcançado um nível de complexidade e inovação jamais visto. Os hackers dispõem de recursos poderosos que permitem esquemas de fraude cada vez mais sofisticados e difíceis de ser identificados. As informações são do relatório The Fraud Beat 2018, publicado pela Cyxtera, multinacional dedicada à detecção e prevenção de fraudes eletrônicas em todos os dispositivos, canais e serviços na nuvem, e que já avaliou mais de 32 bilhões de conexões globais em busca de ameaças.
“Neste cenário, para estar à frente dos criminosos e proteger seus recursos, as organizações devem se informar sobre as últimas tendências e adotar defesas robustas e em camadas, capazes de afastar até as ameaças mais sofisticadas”, explica Ricardo Villadiego, diretor de Segurança da empresa.
A partir dos dados constatados pelo relatório, a Cyxtera avaliou as ameaças cibernéticas mais recentes e avançadas, fornecendo orientações sobre como as empresas podem se proteger delas. As principais conclusões do Fraude Beat 2018 incluem:
A inteligência artificial (IA), uma ferramenta incrivelmente poderosa no combate a fraudes, também representa uma ameaça sofisticada à segurança futura. À medida em que os cibercriminosos começam a adaptar a IA aos seus próprios objetivos nefastos, eles podem aumentar a eficiência de seus ataques em até 3.000%.
Hacking eleitoral, em que os fraudadores, muitas vezes ligados a Estados, usam estratégias cibernéticas para interferir nas eleições. Esses invasores usam várias táticas, como spearphishing e hacking de redes tradicionais, para interromper processos democráticos.
“Não existe uma solução mágica e única que detenha esses ataques. É necessário que as empresas invistam em uma estrutura de segurança flexível e com várias camadas para se protegerem contra o maior número de ameaças”, finaliza Villadiego.