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Por que bancos devem prioriza interoperabilidade de pagamentos na AL?

A interoperabilidade nos pagamentos ainda é elusiva, revela panorama feito na região

Publicado:
11/10/2018 às 18:15
Leitura
8 minutos
Por que bancos devem prioriza interoperabilidade de pagamentos na AL?
Por que bancos devem prioriza interoperabilidade de pagamentos na AL

Fazer sistemas informáticos conversarem em uma organização de grande porte é tarefa complexa. Assegurar a comunicação e a troca de dados entre empresas distintas é ainda mais difícil. Esse é o significado de interoperabilidade – e fazê-la funcionar constitui um desafio em todo o mundo.

A interoperabilidade nos pagamentos ainda é elusiva. Devido à falta de coordenação entre bancos e câmaras de compensação, pagamentos transfronteiriços podem levar de três a cinco dias úteis para serem concluídos. Que medidas podem ser adotadas para acelerar e permitir uma interação perfeitamente integrada entre diferentes sistemas de pagamento?

Panorama da interoperabilidade de pagamentos na América Latina

Atualmente, a interoperabilidade de pagamentos na América Latina varia e gira em torno principalmente do processamento de cartões e de quitações em tempo real. O Brasil e o México são os líderes desse setor. Os países mais atrasados nessa área incluem Peru e Argentina, ao passo que Colômbia e Chile estão em um estágio intermediário.

Brasil

O Banco Central do Brasil foi uma das primeiras instituições da região a promover a interoperabilidade. As discussões iniciaram-se em 2010 com foco na interoperabilidade entre processadores de pagamentos e recentemente evoluíram para abordar pagamentos em tempo real.

Atualmente, o Brasil tem uma das infraestruturas de transferência em tempo real mais avançadas da região. Altamente populares, as TEDs permitem transferências interbancárias de baixo custo entre 6h e 17h. Já os DOCs, que são transferências eletrônicas de baixo custo liquidadas no dia seguinte ao da operação, estão se tornando menos populares devido ao seu limite de transferência de R$ 5 mil.

O grupo de trabalho para pagamentos em tempo real do Banco Central visa melhorar a interoperabilidade ao permitir este tipo de transação 24 horas por dia, 7 dias por semana, usando trilhos fornecidos por bancos, instituições não bancárias, empresas de telecomunicações e redes de cartões. Isso deve ampliar o uso destes pagamentos para novas verticais, reduzir custos e melhorar a experiência geral do usuário. A estrutura deve ser anunciada durante o segundo semestre de 2018.

México

O México é um dos países mais avançados do mundo em termos de pagamentos em tempo real. Recentemente, o Banco do México (Banxico) implementou, por meio da SPEI, sua rede de pagamentos eletrônicos interbancários, um sistema de quitações momentâneas disponível 24 horas por dia em todos os dias. O serviço permite que os usuários transfiram dinheiro para contas bancárias, cartões de crédito e débito e até mesmo números de telefone celular. Todos os pagamentos são rastreáveis por meio do site do Banxico.

No entanto, a adesão aos pagamentos em tempo real via SPEI por parte dos consumidores tem sido lenta: estima-se que foram feitos US$ 8 bilhões em transferências de baixo valor via SPEI em 2018, ao passo que os pagamentos em espécie somaram quase US$ 24 bilhões. Isso mostra a viscosidade cultural do dinheiro físico e os esforços que os bancos deverão empreender para evangelizar os sistemas eletrônicos.

A falha de segurança ocorrida na SPEI em maio de 2018, na qual hackers fizeram transações fraudulentas no valor de aproximadamente US$ 16 milhões, destaca as preocupações de segurança em torno de métodos de pagamento em tempo real. Esse incidente lamentável pode prejudicar consumidores que estejam no processo de desenvolver a confiança necessária no SPEI para usá-lo regularmente.

Colômbia

A Colômbia foi um dos primeiros mercados latino-americanos a implementar uma verdadeira solução de compensação automática (ACH). Por meio do “PSE botón de pagos”, sistema que permite pagamentos on-line por meio de contas bancárias, os colombianos contam com maior flexibilidade e conveniência ao pagar suas compras pela internet. Apesar dessas vantagens, não há um consenso regulatório claro sobre a criação de um sistema de pagamento instantâneo na Colômbia.

Em 2016, a agência reguladora financeira do país estabeleceu o marco operacional e jurídico para as chamadas “Sociedades Especializadas en Pagos y Depósitos Electrónicos” (SEDPE). No âmbito desse marco, instituições não bancárias recebem uma licença para que prestem serviços de depósitos e pagamentos. Esse modelo permite a criação de carteiras digitais e facilita a integração de clientes sem conta bancária. A MOVII foi a primeira SEDPE a entrar em operação na Colômbia (11 de julho de 2018).

Embora crie uma estrutura para a ampliação de serviços financeiros, a regulação sobre as SEDPE não faz nenhuma menção à interoperabilidade. O resultado provável será a criação de várias carteiras digitais de circuito fechado – ainda que a intenção dessa iniciativa seja nobre, esses produtos poderão não alcançar seu potencial pleno caso não ofereçam interoperabilidade.

Argentina

Com atraso de cinco anos em relação ao Brasil, a Argentina está finalmente avançando para a descentralização do processamento de cartões de crédito. O governo emitiu uma ordem formal para que o Prisma Medios de Pago, o único adquirente da Visa, com 75% de participação no mercado, fosse vendida por seus 14 bancos proprietários. O governo pretende romper o acordo de exclusividade entre adquirentes e redes de cartões com o objetivo de permitir a entrada de novos concorrentes.

Em 2016, o Banco Central Argentino (BCRA) habilitou dois novos métodos de pagamento instantâneo gratuito, o “Debito Inmediato” (DEBIN), que permite a portadores de cartões de débito enviar imediatamente pagamentos aos destinatários, e o “PEI”, sistema que possibilita pagamentos interbancários em tempo real por meio de uma carteira digital, de um dispositivo mPOS ou da internet. Sem o apoio ativo dos bancos, no entanto, os esforços de marketing para promover essas iniciativas têm sido anêmicos e a adesão por parte dos usuários tem sido mínima.

Chile

O final de 2017 foi marcado por uma nova regulação segundo a qual o Transbank – até então o único adquirente do Chile – deixaria de ter o monopólio, proibindo o acordo de exclusividade vigente à época entre bancos e adquirentes. Em outubro de 2017, o Multicaja tornou-se o primeiro concorrente, obtendo uma licença de aquisição diretamente da Mastercard. Levará algum tempo para que novos concorrentes ganhem uma participação relevante no mercado, mas muitos reconhecem a nova regulação como um esforço necessário para impulsionar a interoperabilidade e a concorrência.

Peru

Entre os grandes mercados da América Latina, o Peru é ao mesmo tempo o país mais e menos avançado em termos de interoperabilidade de pagamentos. A VisaNet ainda opera como a única rede adquirente da Visa e tem 70% de participação no mercado, mas esse cenário está mudando, já que a empresa está sendo pressionada pelo governo a abrir seus trilhos para outras redes e agregadores.

Por outro lado, o país conta com uma das plataformas de pagamentos móveis interoperáveis mais avançadas do mundo, a Bim. Lançada em fevereiro de 2017, a Bim é uma carteira móvel apoiada pela maioria dos bancos locais, possibilitando pagamentos P2P interoperáveis, recargas de celulares, pagamentos de contas e outros serviços. Mais uma vez, a adesão por parte dos consumidores é baixa, visto que os bancos têm preferido centrar seus esforços de marketing em soluções de carteiras de circuito fechado, como a BBVA Wallet e a Yape, do BCP.

No que se refere ao processamento de cartões, os governos entenderam a necessidade de implementar a interoperabilidade e vêm fazendo esforços para promovê-la. Graças à intervenção regulatória, o monopólio dos adquirentes na Argentina, no Peru e no Chile deve chegar ao fim este ano, abrindo espaço para modelos e fornecedores alternativos de sistemas de processamento de pagamentos por cartão.

A não interoperabilidade ainda persiste na região em dois segmentos principais: carteiras digitais e transferências interbancárias. Entre os desafios existentes podemos citar uma infraestrutura de pagamento deficiente e a falta de mão de obra especializada e restrições regulatórias, mas o principal fator limitante é o medo dos próprios bancos de adotar a interoperabilidade e a incapacidade de perceber seu verdadeiro valor.

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