As redes sociais mostraram às empresas a forma como as pessoas querem interagir umas com as outras. “A intranet corporativa se tornou um local onde os documentos corporativos são enviados para serem esquecidos”, disse Srinivas Balasubramanian, CEO da Photon Infotech, uma empresa de consultoria de TI.
No ano passado, a Photon Infotech ajudou a Johnson & Johnson vistoriar sua intranet utilizando ferramentas de mídias sociais. O fato é que uma área de grande crescimento para a empresa de consultoria é justamente um produto que, de acordo com Balasubramanian, “te dá tudo que o Facebook, o Twitter e o Youtube te dão em questão de SharePoint.”
Pelo menos um desenvolvedor veterano de Web 2.0 acredita que as empresas devem permitir que seus funcionários utilizem os serviços do Facebook, Linkedln ou Twitter, qualquer serviço que eles escolham, em vez de forçá-los a usar “redes sociais fechadas ou plataformas corporativas monolíticas.”
Chris Richter é o fundador e CEO da novata Socialware, que vende softwares que controlam as interações dos funcionários com as redes sociais públicas. O módulo de gerenciamento de risco da empresa, por exemplo, monitora e armazena conteúdo enviado pelos funcionários à redes sociais externas e pode bloquear qualquer conteúdo proprietário ou desagradável.
No entanto, se as empresas ainda acham que rede social se trata de tecnologia, elas estão bem enganadas, disse John Faber, chefe de operações da af83 Inc., uma empresa de serviços de mídia social. Transparência e conhecimento de fluxo são os pontos-chave, e ainda assim, as empresas insistem em usar técnicas de redes sociais para recriar estruturas hierárquicas segmentadas fechadas e esperam os benefícios típicos das mídias sociais. “Isso não funciona”, declara Faber.
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