Essa política precisa ser curta, simples e clara. Muitas empresas, incluindo a IBM e a Intel, têm suas próprias políticas internas a respeito do uso de ferramentas de redes sociais. Uma busca na web revela muitas delas. A Sociedade de Relações Públicas da América criará sua própria política, abrangendo cerca de 30.000 membros, disponível no próximo mês, disse a vice-presidente de marketing, Barbara McDonald.
Essa política, baseada em uma outra apresentada no começo desse ano pela empresa de telecom australiana Telstra, engloba os três R”s: representação, responsabilidade e respeito. A representação significa que a pessoa conhece os planos da empresa e está incluído neles, “isso dá contexto”, explicou Barbara.
Responsabilidade significa que o que a pessoa compartilha é, de fato, preciso e relevante, e que é possível “encontrar um especialista” para esclarecer uma dúvida. Respeito envolve “ser civilizado e compreensivo”, diz ela.
Enquanto a mídia social é um excelente veículo para a geração de ideias, elas precisam chegar às pessoas que podem fazer uso delas dentro das empresas, “não estamos convencidos de que as boas ideias realmente chegam às pessoas certas dentro da empresa”, disse Ed Moran, diretor de inovação de produtos da Deloitte. Isso porque, na maioria das empresas, a função mídia social é, quase exclusivamente, dominada por um único departamento: marketing. Em vez disso, afirma Moran, as empresas precisam criar centros de excelência para disseminar as ideias vindas de redes sociais e comunidades online – como produtos, mercado, talento, tendências – a fim de que elas cheguem a quem realmente poderá desenvolvê-las e aproveitá-las.
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