Em 2013, 70% dos provedores de infraestrutura crítica sofreram algum tipo de violação. Os dados são da pesquisa da Unisys, que revela a existência de brechas de segurança em sistemas de todo o mundo.
No estudo, realizado em parceria com o Ponemon Institute, foram avaliadas empresas responsáveis pelo fornecimento de necessidades básicas, como energia, água, petróleo e gás. Entre os 600 executivos entrevistados, ao menos 70% deles afirmaram ter havido falhas de segurança que levaram à perda de informações confidenciais ou interrupção das operações.
Entre as principais causas de falhas ocorridas nos últimos 12 meses estão acidentes ou erros internos (45%), ataques externos (28%) e códigos maliciosos (27%). Os ataques internos representam 20% do total.
No que diz respeito aos ataques externos, os bancos de dados das companhias foram os mais afetados, somando 39% dos casos. O segundo alvo predileto dos invasores são desktops, laptops, smartphones e tablets, com 36% das incidências. Os sistemas baseados em nuvem ocupam a terceira posição, com 33% dos ataques.
Apesar dos dados acima, apenas 40% dos executivos classificaram o aperfeiçoamento da segurança da empresa como uma das cinco prioridades estratégicas para a organização. Já no que se refere à prevenção, 53% dos entrevistados demonstraram preocupação com um ou mais ataques a sistemas de TI nos próximos 24 meses. No entanto, apenas 6% das empresas fornecem treinamento de segurança cibernética para todos os funcionários.