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  3. Setor de TIC tem déficit de profissionais

Setor de TIC tem déficit de profissionais

Publicado:
05/05/2009 às 12:18
Leitura
5 minutos
Setor de TIC tem déficit de profissionais

Segundo um levantamento feito pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação (Brasscom), no ano passado o mercado brasileiro de tecnologia da informação e comunicação (TIC) teve um déficit de 100 mil trabalhadores. A defasagem entre a demanda por mão de obra na área e o total de profissionais que chegam ao mercado é um fenômeno que, nos últimos quatro anos, só tem crescido. Em 2005, a carência era de “apenas” 27 mil indivíduos com habilidades para atuar no ramo. O tamanho do problema pode ser percebido por meio de uma conta simples, mas que não fecha: nas empresas, a necessidade de profissionais tem crescido 6,5% por ano, ao passo que o total de formados que ingressa no ramo avança a uma taxa anual de 4%.

Se os dados são ruins para o setor de tecnologia nacional e evidenciam problemas no sistema de ensino, os profissionais que já atuam na área não podem reclamar. Numa época de crise, atuar em um ramo no qual a oferta de emprego é abundante é um privilégio raro.

A crescente importância da área de TIC em praticamente todos setores econômicos tem elevado a demanda por executivos e gestores com experiência no assunto. Mas a abertura do mercado nacional e à evolução tecnológica causaram, nos últimos anos, uma verdadeira revolução no perfil visado. Saiu de cena aquela pessoa que que sabe tudo de tecnologia e pouco de relações humanas. De acordo com o diretor-executivo da Brasscom, Sérgio Sgobbi, o mercado quer agora líderes capazes de fazer a pontes entre os labirintos tecnológicos e o dia-a-dia dos negócios.

Segundo ele, há pouco mais de uma década os centro de processamento de dados das companhias – os famosos CPDs – eram isolados e quem trabalhava no local, introspectivo. Atualmente, quem se esconde atrás de códigos e termos complexos tem menos chance de progredir na carreira. “As empresa estão espalhadas por várias geografias. Os projetos são conduzidos por equipes que muitas vezes estão dispersas. Há grande compartilhamento de informações. O profissional precisa ser bom de relacionamento. É necessário saber trabalhar em grupo”, orienta.

Liderança em foco

Equipes, obviamente, precisam de líderes. Por isso o mercado anda à caça de profissionais de TIC e que tenham um típico perfil de líder. “Uma função crescente é a do gestor de projetos, ou seja, alguém com conhecimentos técnicos e também características de liderança, como boa capacidade de relacionamento interpessoal”, observa Sgobbi.

Mas se profissionais operacionais da área estão em falta, é evidente que as empresas precisam se esforçar ainda mais para encontrar gestores com amplas noções sobre tecnologia e, ainda por cima, bom conhecimento sobre áreas como recursos humanos e administração. Para Sgobbi, esse problema todo tem início nas universidades. Os jovens, ao saberem da quantidade de boas vagas existentes na área, correm para as faculdades tecnológicas. Passada a empolgação inicial, muitos percebem que estão estudando assuntos com os quais não têm afinidade. O resultado, claro, é a desistência. “A carreira exige algumas características, como alta capacidade de concentração e bom raciocínio lógico-matemático. Isso não se ensina. A pessoa precisa ter predisposição”, diz.

Certificações decidem

O mercado, porém, tem criado ferramentas para contornar alguns impasses. O principal são as chamadas certificações. Tratam-se de atestados, concedidos por empresas do ramo, de que o profissional possui determinado nível de habilidade em uma tecnologia específica. “Quem tem uma certificação possui uma empregabilidade maior do que quem tem formação em Ciência da Computação, por exemplo”, assegura o diretor-executivo da Brasscom. Para as empresas fornecedoras de tecnologias, esse modelo acabou gerando um negócio rentável, já que tais certificações são caras. “O profissional, na maioria dos casos, costuma arcar com o custo da certificação”, informa Sgobbi.

Para o presidente da Ação Informática, Enio Issa, o segmento de tecnologia tem se comportado como uma espécie de oásis para quem tem medo de ficar desempregado. “É uma área que demanda, permanentemente, pessoas. Se há alguém desempregado é porque ele não se qualificou na velocidade exigida pelo mercado”, diz. Atenta à tendência, a Ação, que trabalha com vendas de soluções tecnológicas, está investimento R$ 2,5 milhões no seu Centro de Competência. A idéia é fazer com que o local capacite mensalmente cerca de 600 pessoas, entre empregados e fornecedores. “O desenvolvimento do profissional de tecnologia precisa ser permanente. Eu diria que hoje ele precisa dedicar 30% do tempo de trabalho à formação”, opina.

Segundo Issa, os profissionais que têm mais sucesso são aqueles que vivenciaram grandes implantações de serviços ou reengenharias de parques de software ou hardware. “O profissional precisa ter uma boa bagagem prática”, diz. “Mas quem vai dar um salto na profissão é aquele que, além de ter toda essa experiência, ajuda a área de vendas e marketing, possui um MBA voltado à atividade fim da empresa. Aquele CIO que fica preso só aos assuntos de tecnologia tem um caminho limitado”, alerta.

Na opinião de Luiz Gustavo Lourenço, coordenador de TI da Amadeus, empresa que desenvolve soluções de tecnologia para a indústria de viagens e turismo, os melhores profissionais conseguem aliar embasamento técnico e visão de negócios. “Esse tipo de pessoa é cada vez mais demandada. Mas não encontramos muitos profissionais com esse perfil. Há muita gente de faculdade que chega achando que vai trabalhar com só tecnologia”, observa Lourenço, que possui um MBA em TI pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “O profissional de hoje deve complementar a sua formação técnica com cursos voltados à gestão e negócios”, finaliza.

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