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Transformação digital ajuda setor de logística e transportes na crise

Publicado:
16/04/2020 às 18:48
Leitura
8 minutos
DHL

“A melhor defesa que os humanos têm contra patógenos não é o isolamento, mas a informação”. A frase é de um ensaio recente do historiador e escritor Yuval Noah Harari. O pensador e professor israelense argumenta contra a ideia de que é preciso “desglobalizar o mundo” – isolar países, restringir viagens e reduzir o comércio, por exemplo.

 

Para Harari, o caminho certo vai na direção contrária: “embora uma quarentena temporária seja essencial para deter epidemias, o isolacionismo prolongado conduzirá ao colapso econômico sem oferecer nenhuma proteção real contra doenças infecciosas. Muito pelo contrário. O verdadeiro antídoto para epidemias não é a segregação, mas a cooperação”.

 

A necessidade de ampliação da cooperação e, em certo sentido, da conexão de um mundo colocado em xeque pela pandemia do Covid-19 fica clara quando traçamos um paralelo com um dos primeiros setores a sentir os impactos das medidas de isolamento: o de logística e transportes. Afinal de contas, se algo não mudou – mesmo com o distanciamento físico entre as pessoas – é a necessidade de abastecimento. Do alimento até produtos médicos e hospitalares, todo tipo de produto precisa circular por portos, aeroportos, estradas, contêineres, armazéns e por aí vai.

 

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Um recorte setorial do estudo Antes da TI, a Estratégia, feito com CIOs e líderes de TI da área, aponta três desafios para o ano de 2020: criação de planos de transformação digital para os negócios, ampliação da inteligência dos negócios (com melhorias de BI, uso de Analytics/Big Data) e o aumento de segurança de dados.

 

O levantamento, feito antes da pandemia, agora é reforçado por investimentos em tecnologias como robotização e machine learning para ser mais eficiente na entrega de cargas tão vitais, de acordo com as fontes ouvidas pela IT Trends, que deixam claro que o setor também se prepara para uma demanda represada após o fim da pandemia.

 

Atualmente, o desafio do setor é manter “a roda girando” mesmo com as possíveis variações de demanda, segundo o diretor executivo e especialista em cadeias de abastecimento da Cosin Consulting Philippe Minerbo. “O principal desafio é manter a cadeia funcionando e regulá-la de acordo com a demanda de cada um dos setores. Por exemplo, em um setor de varejo, como o de farmácias, num primeiro momento foi mais demandado. Isso não foi sentido do ponto de vista logístico porque tinha uma certa quantidade estoque no meio da cadeia que regulou esse aumento inicial da demanda”, explica.

 

A pergunta que fica é: como TI pode dar suporte e responder ao momento?

 

Questão de logística

 

Com menos circulação de pessoas e mercadorias, o Grupo CCR – empresa brasileira de concessão de infraestrutura, transportes e serviços – registrou uma queda total de 27,2% no trânsito geral em suas rodovias. Uma das líderes na administração desse tipo de estrada no país, a companhia tem precisamente 3.265 km sob seu gerenciamento. A queda é referente ao comparativo entre os dias 03 a 09 de abril de 2020 com o mesmo período de 2019.

 

No caso dos aeroportos administrados pelo grupo – Quito no Equador; Curaçao nas Antilhas Holandesas; Juan Santamaria na Costa Rica; e o Aeroporto de Confins em Belo Horizonte – o número é ainda maior: uma baixa de 97% do fluxo de passageiros na última semana. Os dados fazem parte do relatório semanal de empreendimentos para acionistas da empresa.

 

O diretor do braço de tecnologia do grupo, a CCR EngelogTec,  André Costa, conta que a decisão de mover boa parte do time para suas casas apenas acelerou um processo que já estava em andamento. “Quando a gente teve a notícia desse primeiro movimento de distanciamento social, a gente já estava trabalhando junto com a área corporativa e de gestão de pessoas num movimento de implementação de políticas de trabalho remoto”, conta Costa.

 

A importância dos investimentos em proteção de dados se mostraram alinhados à pesquisa realizada anualmente pela IT Mídia, Antes da TI, a Estratégia, já que cerca de 2.500 funcionários do grupo foram passados para o esquema de home office em questão de uma semana. No entanto, não é apenas na adequação aos tempos de crise que o setor de logística e transportes precisa demonstrar eficiência.

 

Ao mesmo tempo que as medidas restritivas reduziram o volume de carros em suas pistas e de turistas em seus terminais, a empresa precisa prover o melhor suporte possível para caminhões e aviões contendo cargas sensíveis – e essenciais para o combate à pandemia.

 

“[A área de TI] está sempre buscando trazer a tecnologia como um meio para alavancar a competitividade, trazer a inovação para os negócios”

André Costa, Grupo CCR

 

De acordo com Costa, o investimento que a empresa vem fazendo ao longo do tempo no conceito de rodovias inteligentes permitiu que os impactos da pandemia fossem mitigados, mantendo um nível de serviço satisfatório nessa hora tão crucial.

 

Para o consultor Philippe Minerbo, da Cosin Consulting, há ainda uma outra questão: quando essa situação passar, acontecerá um “efeito chicote” na demanda por produtos vinda dos consumidores. “A demanda reprimida vai explodir, desde que as pessoas não tenham sido muito impactas economicamente, e vai exigir uma resposta brutal de toda cadeia de suprimentos. Vai demorar uns três meses para as cadeias se nivelarem de novo”, aponta. Para estarem preparadas, as cadeias vão precisar adotar cada vez mais a gestão de riscos, pois eventos de impacto no fornecimento têm acontecido com mais frequência.

 

+ Liderança na era digital: é preciso se adaptar (e rápido)

+ Não tem como fugir do upskilling

 

“Nós vínhamos trabalhando muito o conceito de rodovia inteligente, o conceito de centralização de serviços, de tecnologia, então, esse investimento em tecnologia que a gente vinha fazendo permitiu que a gente continuasse prestando um serviço essencial para a nossa sociedade”, explica o diretor da CCR EngelogTec.

 

O executivo lembra que, além do atendimento no caso de problemas, a tecnologia também é utilizada para comunicação com caminhoneiros por meio dos painéis dispostos ao longo das rodovias. A empresa de logística também fez parcerias para distribuição de kits de higiene e de alimentação aos trabalhadores.

 

Robotização e IA: tendências de TI para logística

 

Parte do desafio do superintendente de TI e experiência do cliente da TCP, Diego Neufert também era fazer seus times trabalharem de casa. Para o responsável pela área de tecnologia da informação da empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá – o setor de logística é um dos que mais investe em tecnologias na atualidade.

 

“Hoje, a indústria logística no Brasil é um dos setores que mais recebe investimento em tecnologia. Porque é um dos setores que têm uma grande necessidade de expansão e você não consegue ganho de eficiência de uma maneira significativa sem o uso pesado de tecnologia”, explica Neufert.

 

No caso da TCP, a robotização ajudou a reduzir o impacto da falta de pessoal no terminal e, com apoio da digitalização realizada tanto pelo governo quanto pelas empresas, é possível que a Receita Federal identifique cargas vitais e fazer a liberação muito mais rápida.

 

“Muitas vezes a robotização passa quase despercebida, vira uma questão de custo e não uma questão de eficiência operacional. O cliente acaba vendo por uma questão de melhora de performance e de redução de erros e, num momento como esse, a gente vê que o investimento se prova efetivo”.

Diego Neufert, TCP

 

O executivo da TCP ainda assinala tecnologias que serão cruciais para o setor em um mundo pós-pandemia.

 

  • Inteligência de dados – algoritmos para ganhar eficiência operacional em operações do dia a dia
  • Machine learning – para identificar movimentos de mercado, tipos de produto, cargas que vão ser mais movimentados e alimentar o departamento comercial para busca de clientes

 

Confira a entrevista com Diego Neufert, da TCP:

 

 

Com um foco em atividades e investimentos críticos, o  momento traz uma oportunidade para que a TI seja a plataforma que tornará possível alavancar os negócios, torná-los mais digitais ou automatizados – disponibilizando a capacidade humana para focar em atividades de maior valor agregado.

 

Assim, talvez a grande lição que fique, assim como apontado pelo historiador Yuval Noah Harari, é de que a colaboração e o senso de urgência podem ajudar não só a superar o momento atual como também desenvolver os mercados no “novo mundo” que já surgiu.

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