Menos de um mês depois de o
Uber ter resolvido duas ações judiciais coletivas na Califórnia e em Massachusetts, ambos nos Estados Unidos, outro caso surge. Dessa vez, a ação se refere a todos os atuais e ex-motoristas do Uber nos Estados Unidos, exceto aqueles na
Califórnia e Massachusetts.
O processo, aberto na Corte Distrital dos EUA para o Distrito Norte de Illinois, divisão de Chicago, pede ao tribunal para classificar motoristas do Uber como empregados, em vez de contratados independentes, “recuperando horas extras não pagas e de compensação”, além de possibilitar o reembolso de despesas e pagamentos de gorjetas “obtidas, mas retidas pelo Uber em razão da política da empresa”.
O caso atual é muito parecido com o da Califórnia e Massachusetts. Neles, a Justiça determinou que os motoristas do Uber nesses estados permaneçam como independentes.
Agora, a ação no âmbito nacional nos Estados Unidos está em seus primeiros dias. Na Califórnia, o Uber teve de esperar mais de três anos para chegar a um acordo. Sobre o processo, o Uber disse ao portal TechCrunch que “quase 90% dos condutores dizem que a principal razão para usar Uber é porque eles amam ser seus próprios chefes”. “Como empregados, os motoristas têm turnos, ganham um salário por hora fixo, e perdem a capacidade de conduzir com base em outros aplicativos”, completou.