Logotipo IT Forum
IT Forum Instituto Itaqui Distrito Itaqui IT Invest
IT Forum - A Comunidade de Tecnologia se Encontra Aqui
  • Todas as notícias
  • Negócios
  • Liderança
  • CIO
  • Carreira
  • IA
  • Cibersegurança
  • Plataformas
  • ESG
  • Vídeos
  • Nossas colunas
  • Colunistas
  • Pesquisas
  • Prêmios
Revistas
  • IT Forum Líderes
  • Series
  • Histórias da TI
  • Ver todos
  • Todos os eventos
  • IT Forum Trancoso
  • IT Forum Forte
  • IT Forum Mata
  • Sobre o HIT
  • Todos os materiais
Todas as notícias Negócios Liderança CIO Carreira IA Cibersegurança Plataformas ESG Vídeos
Nossas colunas Colunistas
Pesquisas Prêmios
Revistas
Todos os videocasts E agora, TI? Entre Tech IT Forum Líderes Series
Todos os eventos Trancoso
Todos os materiais Todos os materiais
  1. Home
  2. Notícias
  3. WhatsApp versus Justiça: “queda de braço” parece não ter fim
direito digital
Facebook
justiça
WhatsApp

WhatsApp versus Justiça: “queda de braço” parece não ter fim

Publicado:
28/09/2016 às 13:03
Leitura
5 minutos
WhatsApp versus Justiça: “queda de braço” parece não ter fim

De um lado, a comunicação, a liberdade de escolhas e o gosto popular. Do outro, a eficiência e a segurança do Estado nas buscas para investigações criminais. No meio do caminho, a falta de acordo entre os responsáveis de cada lado: o Facebook, responsável pelo WhatsApp, principal aplicativo de compartilhamento de mensagens em funcionamento no Brasil, e autoridades judiciais e policiais brasileiras. A discussão em questão é a privacidade versus segurança e a “queda de braço” parece estar longe do fim.

Dois casos recentes de bloqueio do aplicativo WhatsApp, a pedido da Justiça nacional, causaram polêmica e evidenciaram o cenário de desavenças entre as duas partes. Os bloqueios do aplicativo foram impostos após a empresa norte-americana recusar o pedido de quebra de sigilo de suspeitos de uma investigação. O período sem o aplicativo causou clamor popular e mostrou o quanto o WhatsApp caiu nas graças dos brasileiros.

Algumas autoridades judiciais e policiais estão declarando claramente suas posições críticas contra as atitudes da empresa norte-americana. Foi o que aconteceu durante o II Congresso Internacional de Direito Digital, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Um dos painéis, que tinha o objetivo de discutir os aspectos legais nos bloqueios do aplicativo, evidenciou a falta de sintonia entre as partes.

O debate contou com a participação de Cristina Sleiman, professora de pós-graduação em direito digital e compliance da Faculdade Damásio; Ivana David, Juíza substituta de 2º grau do TJ-SP;  Paulo Marco Ferreira Lima, Procurador de Justiça Estadual e coordenador do Núcleo de Crimes Cibernéticos do Ministério Público; Carlos Eduardo Sobral e Luiz Roberto Ungaretti de Godoy, Delegados da Polícia Federal; José Mariano de Araújo Filho, Delegado de Polícia do Departamento de Inteligência da Polícia Civil;  Marcos Tupinambá Pereira, professor de investigação de crimes digitais da Academia de Polícia do Estado de São Paulo; Filipe Vilicic, editor da Revista Veja; e Eduardo Oliva, consultor da Nurnberg Messe Brasil.

O principal questionamento das autoridades policiais e judiciais presentes foi o limite que uma empresa estrangeira pode chegar ao infringir leis nacionais justificando seu procedimento padrão. A posição dos envolvidos é que a soberania do Estado deve sempre existir, não importa qual seja a companhia em questão. A opinião deles é que o Facebook, por meio do WhatsApp, precisa seguir a lei vigente brasileira e permitir o acesso aos dados para investigações criminais. O que aconteceu nos últimos casos foi que a empresa seguiu norma dos Estados Unidos, que não permite divulgação de dados para fora do país.

O WhatsApp informou, por meio de nota, que “dá grande importância a questões de justiça e por isso mantém um canal dedicado para tais solicitações. Cooperamos tanto quanto possível com pedidos da justiça brasileira, dada a arquitetura do nosso serviço. Nosso serviço é projetado de tal forma que uma vez que as mensagens são entregues aos usuários, elas não ficam armazenadas nos nossos servidores, o que nos permite proporcionar às pessoas uma experiência mais rápida e mais confiável”. 

Além disso, prosseguiu o comunicado informando que todas as mensagens são criptografadas ponta a ponta, porque as pessoas costumam enviar informações pessoais ou confidenciais via WhatsApp e “não querem que outras pessoas, inclusive nós, tenham acesso a esse conteúdo. Para o conteúdo criptografado, não temos a capacidade de decifrar as mensagens ou chaves que permitiriam isso”.

“O Estado não tem interesse em espionar a vida alheia. Quando chegamos ao ponto de uma solicitação como essa a uma empresa é porque é realmente necessário. Entendemos que tem o lado emocional envolvido, é um aplicativo que todos gostamos, mas há a necessidade da informação para defender a comunidade”, disse Marcos Tupinambá, que contou também que essas brigas já aconteceram com todas empresas de mídia presentes no Brasil e que com o Facebook está sendo o caso mais difícil.

Ivana David, que foi revisora do primeiro processo que derrubou o WhatsApp, da Justiça de São Bernardo do Campo (SP), explica que, na ocasião, foi revogada a determinação pois foi apresentada impossibilidade técnica de fornecer dados à investigação. “Nossa sociedade tem de decidir o que vale a pena. Nossas escolhas não dependem só de nós. Temos de enfrentar e refletir. A escolha é nossa, como sociedade. Precisamos saber se é isso que queremos para nós”, provocou Ivana.

A suspensão do aplicativo é o que defende o delegado José Mariano de Araújo, caso o problema persista. “O WhatsApp não é serviço considerado essencial e, por isso, poderia pode ser interrompido. Se viola os valores da Constituição Federal, que protege as pessoas, não há o que discutir. Não podemos confundir gosto popular com serviço essencial”, pontuou.

O WhatsApp informou também que possui poucos dados sobre os usuários e que são coletados apenas um número de telefone, um nome opcional (que não é verificado), uma imagem no perfil opcional e informações básicas, como o tipo de dispositivo e quando o usuário está no aplicativo. Essas características do serviço, de acordo com a companhia, o tornam muito diferente de outros serviços que estão no mercado e significa que a empresa normalmente não tem informação úteis para a justiça.

A assessoria de imprensa do Facebook não se posicionou até o fechamento da reportagem.

Seta para cima
Mais lidas
Notícias

Cibersegurança e futuro do trabalho são destaques do IT Forum Expo 2018

8 anos atrás

1
Carreira

Analista de infraestrutura está entre os cargos mais disputados em TI

9 anos atrás

2
Inteligência Artificial

Chatbots sem inteligência artificial: a fórmula que cansou

1 ano atrás

3
Notícias

TV Digital: tudo o que você precisa saber sobre a migração

9 anos atrás

4
CIO

5 novos empregos interessantes de TI – e por que eles podem pegar

5 anos atrás

5
Logo IT Forum
Newsletter
As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada.
Instagram Linkedin Facebook Tiktok Youtube
1 / 1
direito digital
Facebook
justiça
WhatsApp

Nenhum autor cadastrado para este post.

Notícias relacionadas
Ver mais Seta para direita
Notícias relacionadas
Ver mais Seta para direita
Capital cognitivo híbrido, o próximo capital das organizações
Gestão
Capital cognitivo híbrido, o próximo capital das organizações

Heriton Duarte

2 meses atrás

Dilema da IA está entre escalar produtividade e preservar confiança
Inteligência Artificial
Dilema da IA está entre escalar produtividade e preservar confiança

Déborah Oliveira

2 meses atrás

“O varejo não compete mais por canal, mas por capacidade de movimentar produtos”, diz CIO da Motz
Inteligência Artificial
“O varejo não compete mais por canal, mas por capacidade de movimentar produtos”, diz CIO da Motz

Pamela Sousa

2 meses atrás

Xerox anuncia nova estrutura global para o mercado da Print
Negócios
Xerox anuncia nova estrutura global para o mercado da Print

Redação

2 meses atrás

Conectando a tecnologia e o futuro dos negócios

Insights e inovações para líderes no IT Forum.

Conteúdos

  • Notícias
  • Colunas
  • Pesquisas
  • Series
  • Revistas
  • Videocasts
  • Eventos

Notícias

  • Todas as notícias
  • Negócios
  • Liderança
  • CIO
  • Carreira
  • Inteligência Artificial
  • Cibersegurança
  • Plataformas
  • Sustentabilidade
  • Vídeos

IT Forum

  • Sobre nós
  • Envie seu Release
  • Mídia Kit
  • Contato
  • Expediente
  • Cultura
  • Distrito Itaqui
  • Anuncie
  • Notícias
  • Colunas
  • Pesquisas
  • Series
  • Revistas
  • Videocasts
  • Eventos
  • Todas as notícias
  • Negócios
  • Liderança
  • CIO
  • Carreira
  • Inteligência Artificial
  • Cibersegurança
  • Plataformas
  • Sustentabilidade
  • Vídeos
  • Sobre nós
  • Envie seu Release
  • Mídia Kit
  • Contato
  • Expediente
  • Cultura
  • Distrito Itaqui
  • Anuncie

Logo do IT Forum
Estr. Dr. Yojiro Takaoka, 4601 - Ingahi, Itapevi - SP, 06696-050
Icone Instagram Icone Linkedin Icone Facebook Icone TikTok Icone YouTube
  • Link Política de privacidade
  • Link Fale conosco
  • Link Termos de uso
  • Link Trabalhe conosco
Copyright © 2026 IT FORUM - Todos os Direitos Reservados