“SLAs morreram”, diz o gerente-geral de Microsoft Azure, Steven Martin. A afirmação, feita durante o NetApp Insight, realizado nesta semana em Las Vegas (EUA), segundo ele, não significa que os acordos de nível de serviço vão deixar de existir na era de cloud. “Agora, os clientes estão mais exigentes e o SLA é considerado apenas uma garantia financeira”, afirma.
Segundo ele, as companhias estão focadas na qualidade do serviço prestado, por exemplo. “No começo das ofertas de cloud, o único benefício que clientes viam no modelo era o custo. Nos últimos três anos, o valor de cloud caiu e agora a discussão é mais profunda sobre proteção e outros temas”, pontua.
A consultoria e instituto de pesquisas norte-americano Enterprise Strategy Group (ESG) fez uma pesquisa recente sobre cloud e chegou à conclusão de que as companhias que apostam no modelo buscam performance e facilidade de uso. “Cloud é financeiramente atraente e é mágica, pois o cliente é quem decide o que busca no cardápio: flexibilidade, segurança, preço entre outros”, observa Mark Peters, analista sênior da ESG.
Aaron Amandolia, diretor sênior de serviços de TI da NFL, liga de futebol americano, concorda e diz que para a NFL o fator decisivo para escolha da nuvem é a estabilidade do serviço e a confiança no parceiro. A NFL, por exemplo, provê tecnologia da informação para 32 times nos Estados Unidos que fazem parte da liga e afirma que não pode apresentar falhas ou problemas durante os jogos.
“Olhamos para parceiros de cloud que entregam o que prometem e temos feito boas escolhas. Além disso, nosso parceiro tecnológico tem de ter a mesma visão que nós em excelência e flexibilidade”, relata a empresa que atualmente é cliente referência da NetApp em nuvem.
*A jornalista viajou para Las Vegas a convite da NetApp