Relatório da Frost & Sullivan aponta projeção de US$ 8,5 bilhões de receita até 2023
O relatório da Frost & Sullivan, Latin American Big Data and Analytics (BDA), aponta uma receita para esse mercado de US$ 2,9 bilhões em 2017 com projeção otimista de US$ 8,5 bilhões até 2023, com um compound annual growth rate (CAGR) de 19.2%. O Brasil é o País com maior receita, contribuindo com 46.7% do total, seguido por México com 26.7% e pelos vizinhos Colombia (7.9%), Chile (6.9%), Argentina (5.6%) e Peru (2.4%).
“Com uma variedade de informações geradas por dispositivos e sensores conectados, a extração e análise de grandes conjuntos de dados em tempo real, gerando insights e melhorando a experiência do consumidor, constituirá uma vantagem competitiva fundamental”, acredita Mauricio Chede, analista sênior da Frost & Sullivan.
O amadurecimento das organizações que são orientadas a dados, o aumento da produtividade, a fidelidade do cliente e a Internet das Coisas (IoT) são fatores-chave para alavancar esse mercado. As empresas que investem na construção e na expansão de ativos de BDA, ao mesmo tempo em que se preocupam com segurança e privacidade, poderão se beneficiar de oportunidades que o mercado apresentar.
O estudo da Frost & Sullivan aborda oportunidades de crescimento, desafios, além de receita dos países e quebra da receita por vertical de indústria, além das estratégias competitivas dos principais players de BDA do mercado como IBM, Oracle, SAP e SAS.
“Diversos fatores limitam o crescimento do mercado, incluindo infraestrutura legada, orçamentos restritos da área de TI e falta de mão de obra especializada em BDA,” aponta Chede.
“Para atender a necessidade de profissionais mais especializados, as empresas estão investindo no treinamento de funcionários e no desenvolvimento de cursos”, conta.