Empresa especializada em serviços de consultoria em tecnologia e gestão faz balanço positivo do ano, registra aumento de 40% em sua carteira de clientes e prevê um faturamento de R$ 27 milhões para 2003.
Contrariando as más notícias que circularam no mercado de TI durante todo o ano, o Grupo UniOne, criado a partir da fusão da Mind e da Improve, apresentou crescimento tanto em faturamento quanto no número de clientes ativos atendidos em 2003. A empresa que fechou 2002 com um faturamento de R$ 24 milhões prevê um crescimento de 12% e um faturamento de aproximadamente R$ 27 milhões para 2003.
Apesar de termos alcançado nossos objetivos referentes ao faturamento, o que mais nos deixou satisfeitos foi o aumento do número de clientes ativos, afirma Celso Isberner, sócio-diretor do grupo. Para a empresa, clientes ativos são aqueles que tenham sido atendidos nos últimos seis meses. Em 2002, a média de clientes ativos era de 90 empresas. Em 2003, esse número saltou para cerca de 125, significando um aumento de 40% neste índice, complementa.
Dentre os novos clientes conquistados estão Nestlé, Renault, Marilan, Caemi, Laboratórios Wyeth e Prodesp. Outras empresas que já faziam parte da carteira mantiveram ou retomaram a contratação de serviços. Esse foi o caso de Petrobrás, McDonalds, Cia. Vale do Rio Doce, Itaú, Braskem, Dona Benta Alimentos, Grupo Ultra e Bunge Alimentos.
A estratégia do Grupo UniOne para atingir esses resultados foi a diversificação. Um exemplo disso foi a ampliação da ofertas de serviços de outsourcing. Notamos que havia espaço para a ampliação de nossa área de suporte para atendimento remoto e de outsourcing. Hoje, dentre as empresas que recebem esse tipo de atendimento estão Carrefour e Alcatel com soluções Hyperion; e Jari Celulose e Votorantim Metais (VM) com soluções Baan. São cerca de trinta profissionais exclusivamente dedicados a essa área na UniOne, explica Flávio Firmino, também sócio-diretor da empresa.
A expectativa para 2004 é otimista pois o mercado de TI demonstra sinais de reaquecimento. A previsão é que atinjamos, pelo menos, 20% de crescimento para o próximo ano, acredita Isberner. Para isso a empresa prevê uma série de novos investimentos e a ampliação das operações internacionais, que atendem a alguns países da América Latina, além da operação chilena que hoje representa cerca de 5% do faturamento.