As marcas ATL, Americel, Claro , BCP Nordeste e Tess, todas da Telecom Americas, agora são todas Claro. O investimento é de US$ 500 milhões até 2004.
Mais de 6 milhões de mensagens de texto (SMS) serão disparadas pela holding Telecom Américas aos clientes da ATL, Americel, Claro, BCP Nordeste e Tess com o objetivo de informá-los sobre a unificação das cinco operadoras que compõem a holding brasileira controlada pela mexicana América Movil, que recebe a partir de hoje (18/08), a marca nacional Claro. A Claro ainda terá atuação na área metropolitana de São Paulo e nos Estados de Santa Catarina, Paraná, Bahia e Sergipe. O lançamento de serviços na cidade de São Paulo está previsto para o início do mês de outubro, quando a rede móvel baseada na tecnologia GSM/GPRS e Edge entrará em funcionamento. Em seguida, a Claro deverá anunciar os serviços GSM nos Estados de Santa Catarina, Paraná, Bahia e Sergipe, além de oferecê-los também aos atuais 6,7 milhões de clientes das cinco operadoras situadas no interior de São Paulo, Estados da região Centro-Oeste, Nordeste e Rio Grande do Sul a partir do overlay das redes TDMA para GSM/GPRS e Edge. Ao todo, serão instaladas 4 mil antenas GSM até o fim deste ano. A construção dessa infra-estrutura, campanha de marketing e construção da nova marca demandará US$ 500 milhões de investimentos até 2004. A meta da Claro é atingir 33% de participação no mercado nacional e regional, posicionando-se como a segunda maior operadora do Brasil. Hoje, a holding Telecom Américas detém 18% de participação do mercado brasileiro e representa 16% da receita de US$ 6,7 bilhões da América Movil. No Estado do Rio de Janeiro com a marca ATL, a holding tem 34,3% de participação de mercado com 2,1 milhões de clientes; 34,1% no interior de São Paulo, com a marca Tess e 1,2 milhões de assinantes; 33,7% no Rio Grande do Sul com a marca Claro e 1,2 milhão de consumidores, e 26,9% na região Centro Oeste com a marca Americel e 1 milhão de usuários. Nos novos mercados (área metropolitana de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Bahia e Sergipe), a holding também planeja atingir 33% de participação de mercado em um prazo de quatro anos e não descarta a compra da BCP para ganhar escala no mercado paulistano.
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