Consórcio tecnológico entre a concessionária de energia do Paraná e a empresa de energia alemã RWE para testes da plataforma multisserviços PLC (Power Line Communications) demandou US$ 1 milhão em equipamentos e testes. Com o final do consórcio, previsto para fevereiro, a Copel Telecomunicações emite seu parecer á Anatel e aguarda a regulamentação do serviço IP via rede elétrica pela agência.
Em fevereiro encerra-se a entidade jurídica firmada pelo consórcio tecnológico entre a Copel Participações e a empresa de energia alemã RWE, que já oferece serviços IP (Internet Protocol) via rede elétrica na Alemanha, para testes da plataforma multisserviços PLC (Power Line Communication, ou comunicação por linha elétrica) em Curitiba.
Como resultado da troca de experiências tecnológicas na tecnologia PLC para banda larga, em abril de 2001, a Copel, concessionária de energia elétrica que atua no estado do Paraná, realizou um teste de PLC em 50 pontos (usuários residenciais e comerciais) em Curitiba, incluindo telemedição serviço de medição remota de energia , acesso à Internet e algumas experiência de voz sobre IP.
A Copel entende que a tecnologia está em evolução e vamos continuar investigando. Por ser uma tecnologia de última milha e uma plataforma multisserviços, a PLC pode contribuir para a universalização de serviços de telecomunicações e, no futuro, poderemos falar até de unbundling da rede de energia, afirma Carlos Renato Fontes, gerente da área de tecnologia e sistemas especializados da Copel Telecomunicações, em entrevista ao Computerworld .
Com o fim do consórcio, que demandou um investimento de US$ 1 milhão, em equipamentos e serviços, segundo Fontes, a Copel Telecomunicações emitirá um relatório final à Anatel e aguardará a regulamentação do serviço para iniciar seus investimentos na infra-estrutura de PLC.