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André Ribeiro
canais
Claudia Muchaluat
Intel

Estratégia global de longo prazo impacta esforços da Intel no mercado brasileiro

Mudanças na estrutura de canais reflete novidades na linha Xeon, além de investimentos bilionários e de longo prazo em produção e novas tecnologias

Publicado:
03/03/2023 às 08:15
Marcelo Gimenes Vieira
Marcelo Gimenes Vieira
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5 minutos
intel xeon 4th generation
Processador Intel Xeon de quarta geração. Foto: Divulgação/Intel

Mais do que só reestruturar o time executivo para a América Latina, as novidades anunciadas para a operação brasileira da Intel nessa quinta (2) em São Paulo (SP) buscam alinhar, de um lado, novos produtos e features anunciados para o mercado corporativo em janeiro; e, de outro, a estratégia de canais local. Isso porque a nova geração de processadores da marca, a Xeon de quarta geração, depende mais do que nunca da capacidade de habilitar certos recursos para que se obtenha todo o ganho de desempenho prometido.

“Não é mais questão de core e frequência quando se trata de evolução dos processadores. É do software mais adequado”, disse Marcio Paulino, líder de tecnologia da Intel Brasil. Isso porque os processadores Xeon de nova geração contam com “aceleradores”, recursos que precisam ser habilitados e que impulsionam certos tipos de aplicação – para ser mais específico, inteligência artificial, storage, rede, analytics, segurança e computação de alto desempenho (HPC).

Isso, segundo a Intel, exige não só uma nova miríade de qualificações para os canais que trabalharem com Xeon, mas também uma nova forma de os abordar. Por isso o time de canais passou a ser liderado por um novo executivo, Marcelo Montenegro, que tem uma longa carreira na empresa e que atuava como diretor de negócios desde 2017.

Leia mais: Intel registra prejuízo de US$ 700 milhões no quatro trimestre

Agora Montenegro responde pela diretoria de canais, distribuição e ecossistemas, unificando suas responsabilidades. O nome longo se deve, em grande parte, à complexidade do ecossistema da Intel. Afinal a empresa vende para muita gente: fabricantes de dispositivos, de servidores, pequenas revendas, integradores etc.

Entre os fabricantes locais com parcerias estão Dell, Positivo, Cisco, HP, Supermicro, RealCloud e Lenovo, além de desenvolvedores de softwares e soluções.

“Estou cuidando não só dos componentes e dos fabricantes, mas também de fazer o desenvolvimento de produtos casar com os canais. Com a fusão e a criação de uma nova diretoria, vou poder trabalhar com um time que vai escalar as soluções”, disse. “Temos pessoas olhando para PC, para os fabricantes locais e multinacionais, clientes que trabalham com cloud, ISVs, servidores e cloud, para IoT temos um time em uma jornada de cinco anos”, resume.

Montenegro deve trabalhar em tabela estreita com André Ribeiro, diretor de contas empresariais e governamentais, que fica responsável pelo que ele mesmo chama de “topo da pirâmide”, ou seja, as maiores contas no País. Segundo ele, que passou a cuidar de um número menor de contas estratégicas no último ano, isso se deve à capacidade de “agregar mais valor e ajudar nossos clientes a investir em tecnologia”.

A ideia é ofertas soluções, não produtos, somando hardware, software e nuvem em soluções mais aderentes às necessidades de cada cliente em cada segmento. “Vender mais, melhorar o lucro, otimizar custos, estar mais aderente à agenda ESG”, resumiu.

Nenhum dos dois executivos descreveu novidades no IPA (Intel Partner Alliance), programa de canais e parceiros da empresa estabelecido há cerca de dois anos. Mas ambos asseguraram que a meta atual é oferecer conteúdo e treinamentos mais adequados para cada tema e segmento.

Intel IDM 2.0

Outro movimento da gigante de processadores americana que influencia diretamente a estratégia aplicada no Brasil e na América Latina é a chamado IDM 2.0, estratégia bilionária da empresa anunciada pelo CEO Pat Gelsinger em janeiro de 2022. Baseada em três pilares, o objetivo dela é não só aumentar a capacidade de produção da Intel no Ocidente (principalmente EUA e União Europeia) com fábricas próprias, mas também ter capacidade excedente para manufaturar tecnologia de terceiros – como da Qualcomm, por exemplo, que já tem uma parceria anunciada.

Também, claro, reduzir a dependência da cadeia global de suprimentos em TI da China (que hoje ainda concentra 80% de tudo que é produzido no mundo).

Na América Latina, além de uma fábrica na Costa Rica, a Intel tem apostado em esforços de pesquisa e desenvolvimento de soluções no Brasil e outros territórios na região. Inclusive deve anunciar, nos próximos meses, a participação em três consórcios para a construção de Centros de Pesquisa Aplicada no Brasil, um deles focado em inteligência artificial.

“Temos parcerias com players locais para a fabricação de alguns componentes, além de uma agenda com o governo [federal]”, disse Claudia Muchaluat.

“Aprendemos com a crise [da pandemia] que não podemos ter uma dependência grande [de um só fornecedor], por isso fábricas em outros locais que não a China. Vamos também terceirizar nossa produção, usando nosso conhecimento”, lembrou Montenegro, complementando a resposta de Claudia. “Esse processo deve começar em 2025 nas fábricas novas.”

Segundo Claudia, os investimentos e esforços feitos atualmente pela empresa são de longo prazo, por isso certos investimentos e mudanças de estratégia feitas agora vão gerar resultados financeiros no futuro. “Quando olhamos o IDM 2.0 falamos de como vamos ajudar terceiros a produzir. A questão não são só os custos, mas também os riscos e de como equilibrar tudo isso.”

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Jornalista com mais de 13 anos de experiência nos setores de TI, inovação, games, telecomunicações e saúde, sempre com um viés de negócios.

É fundador do The Gaming Era, primeiro portal brasileiro de notícias de negócios com foco no mercado de jogos eletrônicos, os games.

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