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Conheça 3 mulheres imigrantes que mudaram de vida com a tecnologia


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Publicado:
08/03/2023 às 08:30
Leitura
9 minutos
imigrantes, mulheres, 8M, dia internacional da mulher
Marta da Conceição Alberto Tonet, Karen Nairoby Ramos Velasquez, Jocelyne Botshimbo Fotos: Divulgação

Os desafios enfrentados por imigrantes, especialmente mulheres imigrantes, em situação de vulnerabilidade são inúmeros: moradia, alimentação, segurança, documentação e empregabilidade. Esse último pilar foi o que fez despertar um grupo de universitários que estavam no programa Enactus.

“O Enactus é uma organização internacional universitária em que os graduandos fazem um projeto social com ferramentas de empreendedorismo social. Eu e outros participantes (seis deles que se tornaram sócios) desenvolvemos um projeto voluntário para ajudar os imigrantes. Vimos que muitos dos grupos minoritários refugiados tinham dificuldade de acesso ao emprego”, resume Bruna Amaral, CSO e cofundadora da Toti.

A conversa com a profissional, de apenas 24 anos, chama atenção para a falta de visibilidade de pessoas que precisaram vem ao Brasil fugindo de dificuldades em suas próprias “casas”. Para tentar amenizá-las, os universitários viram oportunidades no mercado de trabalho de tecnologia e decidiram formar pessoas e fazer conexão com empresas.

Mas eles queriam ir além de um projeto universitário. Em 2018, nasceu a Toti, startup de impacto social. Suas primeiras turmas contaram com professores que eram alunos das próprias universidades em que estudavam e, hoje, contam com programadores com experiência de mercado.

Relembre: Metas e ações afirmativas são base para a equidade de gênero em empresas

Em fevereiro deste ano, receberam o seu primeiro aporte de pré-seed e mentorias que ajudam a expandir seu impacto. “Entre as pessoas indireta ou diretamente impactadas, são três mil pessoas. Ganhamos corpo e profissionalizamos o time. Hoje, temos um time de 23 pessoas em tempo integral. Foi um processo de empreender, testar uma ideia da faculdade e virar uma empresa com desafios reais”, comenta Bruna.

A meta, diz a CEO, é chegar ao impacto direto de 13 mil pessoas ainda esse ano. Para isso, será necessário escalar a operação, pois também há planos de expandir não somente no Brasil, mas olhar para o mercado internacional.

De acordo com Bruna, nesses anos já passaram pelo curso pessoas de 35 nacionalidades e a taxa de empregabilidade daqueles que se formam é em torno de 75%.

O modelo de receita da Toti é B2B, com dois serviços: assinatura de contratação ou o modelo de turmas personalizadas, com uma formação focada na demanda técnica da empresa. A Toti já conta com clientes como Grupo Globo, Banco Neon, Hospital Israelita Albert Einstein, Instituto Nubank e organizações internacionais como Organização Internacional para Migrações e Governo do QUEBEC.

Eu pude conversar com três mulheres que foram impactadas pelos cursos da Toti e entender um pouco mais sobre seus universos dentro do Brasil e como a tecnologia e o país mudaram suas vidas.

Confira:

Marta da Conceição Alberto Tonet

Se chegar a um novo país sozinho não é uma tarefa fácil, tentar uma nova vida do outro lado do oceano com uma filha de um ano e quase nenhuma oportunidade parece impossível. Mas as dificuldades não foram impeditivas para Marta Da Conceição Alberto Tonet, da Angola, recomeçar a sua vida no Brasil.

“Eu e meu marido viemos com o visto de estudante e, nosso primeiro desafio foi a questão financeira. Quando conseguimos uma bolsa da universidade, era um valor simbólico que não daria para pagar alimentação, moradia, fraldas para a bebê, entre outros”, conta Marta.

A família, que em um primeiro momento morou no Ceará, também teve que se mudar pela diferença climática. As altas temperaturas do estado não deixavam a bebê dormir de tanto calor. Eles, então, pegaram as malas e se mudaram para São Paulo.

Leia mais: Mulheres na TI: cursos e vagas exclusivas para elas

Marta tinha 22 anos na época e, hoje, já está no Brasil quatro anos. “Em Angola, eu fazia gestão de empresas e faltavam só dois semestres de um curso de 4 anos. Como meu objetivo sempre foi estudar fora de lá, consegui a bolsa para estudar administração pública por cinco anos no Brasil – mas perderia muito tempo.

Então decidimos fazer um curso tecnólogo e, daí veio o interesse de migrar para a área de tecnologia, já que estudo análise de sistemas”, resume Marta. Essa decisão foi o ponto de partida para Marta encontrar a Toti. Após o marido fazer o curso, a profissional também decidiu fazê-lo e, atualmente, trabalha como desenvolvedora back-end no Banco Neon.

“A Toti é importante para mim em vários aspectos. O primeiro deles por concretizar o sonho de migrar para a área de TI sendo uma mulher. Além disso, mudou a minha vida em aspectos financeiros, estabilidade e de carreira. Se não fosse a Toti, eu não estaria onde eu estou”, comemora Marta.

Essa virada de chave não foi simples. De acordo com Marta, quando saíram do Ceará, perderam sua bolsa de estudos e tiveram que dar entrada no protocolo de refúgio. “Eu senti que muitas portas se fecharam nesse momento. Participava de processos seletivos, mas ao verem o teu rosto, escutarem teu sotaque, você já sente que a pessoa vai dar o pé para trás. Eles não têm o interesse em olhar as habilidades técnicas e enfrentamos muitas dificuldades.”

Ela confidencializa não se considerar a mesma mulher que chegou ao Brasil. “Estou muito diferente. Não o meu caráter, mas a nível de desenvolvimento pessoal e profissional. Consigo sentir o Brasil como casa e até quando imagino em voltar a morar no meu país surge a insegurança, porque sinto que aqui é o seu lugar.”

Karen Nairoby Ramos Velasquez

Uma viagem de carro até a fronteira com Boa Vista e um avião até o Rio de Janeiro é um resumo dos obstáculos na trajetória de Karen Nairoby Ramos Velasquez, da Venezuela. E esse não seria o destino final, e sim a Argentina, se ela não tivesse se apaixonado pelo Brasil.

“Nós migramos da Venezuela por conta da situação econômica do país. Chegar aqui não foi fácil. Foi difícil sair do meu país por conta da burocracia que nos impede de sair legalmente. Pegamos um carro até o Brasil, passamos pela fronteira, chegamos até Boa Vista e depois um avião que passou por Brasília e por São Paulo até chegar no Rio”, diz ela.

Em um primeiro momento, para sobreviver financeiramente, Karen trabalhou com atendente em uma loja – emprego primordial para aperfeiçoar o seu português. Após mais ou menos um ano e meio, a Toti apareceu em sua vida e começou a mudar seu estilo de vida. Ela, seu marido, seu irmão e cunhada fizeram o curso e tiveram oportunidades na área de tecnologia.

Após quatro anos morando no Brasil, hoje Karen trabalha na Raízen como analista de dados junior. “A Toti oferece uma ótima oportunidade para nós como imigrantes, porque é focada nisso. Tudo o que eu tenho agora, foi graças à Toti”, comemora Karen, que tem 32 anos e chegou em terras Brasileiras aos 28.

Para ela, o Brasil mudou emocionalmente a sua vida. “Eu sinto mais segurança, estou mais estabilizada monetariamente, algo que acho que não conseguiria na Venezuela. Comprar minhas coisas, me planejar com a minha família, coisas que eu não conseguia realizar lá. Mudou muita coisa. Se eu comparar a Karen de lá e se eu tivesse lá ainda, eu não seria a mesma pessoa.”

Jocelyne Botshimbo

Há mais de 10 anos, Jocelyne Botshimbo entrou em um avião no Congo e desembarcou no Brasil para fazer uma graduação. Quando se formou em Engenharia de Petróleo, seu país estava em uma crise pós-eleitoral e não era possível entrar ou sair.

“Nesse meio tempo, fiquei no Brasil pensando no que fazer para me ocupar, para não perder os anos que já estava aqui. Eu fazia um curso na Cisco presencial e veio a pandemia. Como não poderia mais ir ao curso, comecei a me ocupar e, pelo Instagram, conheci a Toti”, comenta ela.

Jocelyne fez o processo seletivo e o curso que durou quatro meses. Em três meses, surgiu a oportunidade de fazer o processo seletivo para uma vaga na Globo – lugar em que ela trabalha desde então.

“A Toti mudou a minha história porque, nesse meio tempo em que eu estava perdida, eu comecei a fazer o mestrado, mas não tinha expectativa de onde trabalhar, não tinha vaga, as portas eram fechadas. Quando eu entrei na Toti, comecei a ver as portas abertas porque as empresas entravam em contato comigo. A Toti abriu o leque das oportunidades para mim”, comemora a profissional.

Relembre: Katia Vaskys: diversidade, inclusão e renovação como legado

Pelo francês ser seu idioma nativo, o português também foi um desafio. E, mais do que, um objetivo, já que para fazer a graduação no Brasil era necessário fazer uma prova de proficiência. “Eu estudava português na mesma frequência  que eu estudava matemática, então isso ajudou a passar na prova de proficiência. E, conviver aqui, ajudou a me aperfeiçoar.”

Apesar de todas as barreiras, Jocelyne acredita que renasceu no Brasil. Morar longe da família, aprender uma nova língua e conviver com uma nova cultura… tudo isso sem saber se ia dar certo ou não, valeu apena. “O Brasil é meu segundo país e minha segunda mãe. As oportunidades que eu tenho aqui, infelizmente, eu não teria no meu país.”

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