Solução reduziu em 30% os custos com infraestrutura e gestão além de garantir escalabilidade aos serviços em momentos de pico
O Itaú Cultural segue uma jornada consistente rumo à nuvem. Aos poucos, a instituição leva seus serviços para a infraestrutura da Amazon Web Services. O projeto começou em 2010 e foi dividido em fases.
João Aleixo, engenheiro de software especialista da área de inovação do instituto, celebra os resultados obtido até agora. Segundo ele, a solução reduziu em 30% os custos frente ao ambiente de servidores físicos utilizado até então.
Além disso, a elasticidade do conceito permitiu passar de 3 mil para 15 mil inscrições no programa Rumos – um dos maiores projetos culturais do Brasil. Por fim, foi possível aumentar o número de usuários do site (que recebe um milhão de visitantes únicos todos os meses) e do serviço de enciclopédia (que abriga mais de 20 mil imagens e 3 mil verbetes sobre artistas).
“Durante muito tempo, fazíamos nossas atividades usando uma estrutura física, mantendo pessoas e processos para fazer toda a gestão”, lembra, citando um parque composto por 12 servidores que garantiam 1TB de capacidade e não supria a demanda. “Começamos a perceber que daria para melhorar processos e fluxos se intervíssemos em gargalos”, acrescenta.
Nessa época, o time do Itaú Cultural começou a buscar serviços em nuvem no mercado e quais dessas soluções se adaptariam mais a realidade vivenciada. Aleixo conta que a escolha pela AWS foi motivada pela possibilidade de realizar uma migração mais rápida e por existir um ecossistema capaz de suportar a instituição em suas ambições.