Bancos devem se preparar para a internet das coisas
Publicado:
11/11/2015 às 09:59
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De acordo com um levantamento realizado pelo Gartner, 6,4 bilhões de coisas conectadas estarão em uso em 2016 e esse número irá aumentar ainda mais em 2020, alcançando a marca de 20,8 bilhões de coisas estarão conectadas à internet.
Seguradoras já estão explorando o potencial da internet das coisas para transformar seu segmento de atuação com a intenção de estreitar o contato com o cliente com relação a modelos de preços e contratos que podem ser conseguidos por meio do monitoramento e análise de dados. Novas portas são abertas tanto para a inovação quanto para o risco de ameaças.
Uma análise feita pela Deloitte prevê que a IoT tem um potencial de exploração tanto para o mercado bancário quanto para o de capitais de varejo. O setor bancário já conta com dados para gestão de riscos e análise de crédito – o que pode ser uma utilização mais óbvia da tecnologia, mas a implantação de sensores e de comunicação máquina a máquina (M2M) também podem representar uma nova fonte de dados que pode ser utilizada nesse contexto.
Além disso, a tecnologia de sensores pode revolucionar o empréstimo e garantia do balanço, tanto para as PMEs quanto clientes corporativos. Isso poderia potencialmente permitir aos bancos para executar relatórios em tempo real automatizado e enviar dados dp próximo balanço.