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Neymar, Smart Water e IoT

Objetivo final da tecnologia em prol do uso consciente de água é colocar todos os tipos de sensores, medidores inteligentes e automatizados por meio da inteligência artificial

Publicado:
23/03/2018 às 08:16
Leitura
6 minutos
Neymar, Smart Water e IoT

Neymar tem pouco mais de 26 anos e, durante sua curta vida, a humanidade já queimou 41% de todos os combustíveis fósseis disponíveis no planeta. Com dados tão dramáticos como este, não há dúvida de que é necessário agir contra as mudanças climáticas e tentar mitigar seus efeitos com a maior celeridade possível.

Os efeitos das mudanças climáticas, o aumento da população, a concentração demográfica nas grandes cidades e a necessidade crescente de cada vez mais água para a agricultura, inundações e secas, tempestades e outros desastres naturais relacionados ao clima são um coquetel explosivo que afeta nossas vidas e a disponibilidade de recursos naturais, incluindo recursos hídricos.

O último relatório sobre as perspectivas da População Mundial, preparado pelas Nações Unidas, considera “quase inevitável” que o número de habitantes do planeta continue a crescer em ritmo acelerado. De acordo com o cálculo, a população mundial passará dos atuais 7,3 bilhões para 8,5 bilhões até 2030 e para 9,7 bilhões em 2050 – sendo que o continente africano será responsável por mais da metade desse crescimento, atingindo em 2050, 25% da população mundial.

O crescimento é especialmente elevado no grupo de 48 países designados pelas Nações Unidas como países menos desenvolvidos do mundo, dos quais 27 estão na África. A população dessas nações mais pobres irá dobrar nos próximos 15 anos e duplicará novamente até 2050, chegando a cerca de 2 bilhões de pessoas.

Esse aumento populacional vem acompanhado do desafio de gerar alimentos suficientes para alimentar uma população crescente. Trata-se de um desafio principalmente de termos hídricos, uma vez que a produção de alimentos atualmente consome 70% da água potável disponível no mundo.

Para produzir um simples ovo, por exemplo, são necessários mais de 450 litros de água, se somados todos os processos até chegar à nossa mesa. Neste cenário ainda existe o estudo realizado pela Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que prevê que a demanda global de água aumentará 55% entre 2000 e 2050. Porém até lá – calcula o relatório do Environmental Outlook 2050, mais de 40% da população mundial pode estar em condições de escassez.

Se somarmos à esta equação secas e inundações cada vez mais frequentes e um processo de desertificação crescente – com uma taxa de 12 milhões de hectares por ano – como podemos enfrentar os desafios da água nos próximos 15 anos?

De acordo com o Banco Mundial, perdemos cerca de 50 bilhões de metros cúbicos de água por ano devido a vazamentos e perdas na rede de abastecimento de água potável. Todos os dias nos EUA, 650 dos principais dutos de água se rompem, ou 1 a cada 2 minutos. De acordo com o Geological Survey of the USA., essas quebras e outros vazamentos resultam na perda de aproximadamente 1,7 bilhão de galões de água por ano, o suficiente para fornecer água a 68 milhões de americanos.

Além disso, outro dos grandes desafios no âmbito das empresas de água é a redução da água não faturada, ou água sem receita. Trata-se a água que infringe em custos para a empresa sem gerar nenhum benefício econômico, seja por perdas na rede (vazamentos e rompimentos repentinos) ou por perdas comerciais (fraude de consumidores, erros na leitura dos medidores ou manipulação de cronômetros).

Durante muito tempo, no campo do desenvolvimento, a solução para os problemas de abastecimento de água foi concentrada exclusivamente na construção de infraestrutura. O aumento do número de pessoas que necessitavam de cobertura de água e saneamento canalizou as atenções na construção de aquedutos, canais, poços e outros sistemas de água potável, mobilizando bilhões de dólares em investimentos.

Isso teve um efeito muito positivo na melhoria da situação mundial, no entanto, a experiência também mostrou que as obras em si nem sempre são a resposta ao problema. Nos últimos anos, a evolução da tecnologia está assumindo um papel relevante na gestão mais eficiente deste recurso precioso e escasso com o surgimento de novos projetos – incluindo o de Smart Water.

Pode-se dizer que, hoje, estamos vivendo uma mudança tecnológica sem precedentes na história e o setor de água. Conceitos como Big Data, Internet of Things (IoT), Realidade Aumentada já estão transformando este setor tão tradicional e abrindo novos campos de negócios e especialização para empresas e profissionais. Do mesmo modo, soluções de gerenciamento para cidades inteligentes e modelos de operação e colaboração social estão sendo compartilhados para promover um gerenciamento e consumo sustentável.

Alguns exemplos, como software de análise de dados instalado na nuvem, que tenha a capacidade de processar dados fornecidos pelos sensores e medidores distribuídos pela rede e os combinar com padrões de consumo de água, análise de dados climáticos e arquitetura de rede, de modo que a inteligência artificial também seja usada como fonte de inspiração para tornar o sistema de distribuição de água atual mais eficiente, cria um ecossistema de redes inteligentes que podem gerenciar sistemas de armazenamento de água e resolver os graves problemas gerados pela sua falta.

O objetivo final da tecnologia em prol do uso consciente de água é colocar todos os tipos de sensores, medidores inteligentes e automatizados por meio da inteligência artificial em tubulações, esgotos, rios, lagos, reservatórios, baías e, finalmente, mares.

A capacidade de integrar facilmente informações de várias fontes e com diferentes formatos para disponibilizá-la de forma transparente aos sistemas de gerenciamento, tanto em termos de comunicação quanto de armazenamento de dados e processos de negócios (cobrança, redução de água não faturada ou gerenciamento de ativos), é essencial para gerar eficiência e economia. Obviamente, apenas a tecnologia não pode ser a solução, mas certamente seu uso nos ajudará a gerenciar com mais eficiência esse precioso recurso.

*Maurizio De Stefano, diretor de Energia e Utilities da Indra

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