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Para especialistas que encerraram o IT ForOn Series, o século 21 começa agora

Em conjunto com Tonny Martins (IBM) e Bill Coutinho (Dextra), o cientista Silvio Meira abordou as mudanças culturais que serão causadas pela pandemia

Publicado:
16/04/2020 às 19:06
Leitura
8 minutos

O último episódio da série de entrevistas IT ForOn Series aconteceu nesta quinta e contou com a presença de Silvio Meira, Cientista-chefe na The Digital Strategy Company e professor na Cesar School; Tonny Martins, Presidente da IBM Brasil e Bill Coutinho, sócio-diretor da Dextra. A mediação foi de Vitor Cavalcanti, jornalista e sócio-diretor da IT Mídia 

“Quanto tudo passar, teremos um novo normal?” foi a premissa que os participarem debateram ao longo de toda a conversa. E a percepção é a mesma: nada será como antes, mesmo que essa modificação aconteça apenas no longo prazo. 

Para fundamentar essa ideia, Silvio Meira relembrou da capacidade humana de se reajustar após grandes ameaças, usando como exemplo a peste negra, que foi mais presente no continente Europeu entre os anos de 1347 e 1351. 

“Os senhores feudais queriam que a coisa continuasse [a ser como era], mas as pessoas menos abastadas descobriram que tinham um novo grau de liberdade por causa das consequências da pandemia, não da pandemia em si”, avalia. 

Redescobrindo o trabalho 

Para o cientista, a pandemia do Covid-19 tem grandes chances de causar a mesma mudança sendo que, no curto prazo, os efeitos mais sentidos estarão na utilização de tecnologia para como substituidora da presença ou ações físicas. Usando, para isso, ferramentas que já existem no mercado, mas cuja adoção era postergada devido a um certo comodismo. 

“A maior parte dessas tarefas não só foram para o mundo on-line, mas já estão funcionando. [O problema] é que ainda estão no modo gambiarra, porque a gente não preparou os repositórios digitais, os conselhos ainda não têm assinaturas eletrônicas etc. Ou seja: um conjunto de tecnologias que já estão aí e já deveriam estar sendo usadas há muito tempo, começaram a ser usadas de uma hora para outra”, afirma. 

Dentro da sua análise, Meira menciona o paper Welcome to postnormal times, escrito em 2009 pelo pesquisador Ziauddin Sardar e que aborda um pouco o momento atual. 

Martins, da IBM, acredita que o momento atual se desdobrará em três pontos importantes dentro do mundo corporativo: uma mudança profunda na cultura, a adoção de novas tecnologias e a automação de processos para viabilizar essas transformações do ponto de vista econômico. 

“As clouds vão ser cada vez mais sofisticadas, mais híbridas e melhor gerenciadas, que vão possibilitar você fazer e utilizar tecnologia de forma muito mais ampla e a um custo mais acessível.” 

Coutinho, da Dextra, também apoia a mudança acelerada, afirmando que a primeira delas provavelmente está na noção mais ampla e, agora, verificada, de que muitos tipos de trabalhos podem ser executados fora das quatro paredes dos escritórios. 

“Eu estou até me policiando para não chamar de home office, porque eu quero garantir que a gente está falando de algo que é muito maior do que isso. Home office é minha casa, mas o trabalho remoto é onde eu estiver”. 

Acelerar, mesmo que na marra 

Na percepção de Meira, a política de isolamento social para o combate do Covid-19 está despertando mudanças que irão definir o ritmo das próximas décadas.

“O historiador Eric Hobsbawm dizia que o século 20 foi um século breve, porque começou no final da Primeira Guerra Mundial e acabou na queda do muro de Berlim. […] para a gente, o século 21 acabou de começar agora, no ponto de vista de revisão de processos, saída do analógico, do carimbo etc”. 

Para o cientista, a situação atual acelerou a implementação de práticas que estavam “emperradas”, como a aprovação de legislações sobre telessaúde, e mostrou para funcionários de todos os níveis as possibilidades e vantagens de um formato de trabalho distribuído e descentralizado. 

Dentre as tecnologias que serão impulsionadas nesse novo momento, a principal aposta de Meira está no desenvolvimento da Internet das Coisas. “”Essa década de 20, pra mim, vai ser a década das coisas”. 

Martins, da IBM, reforça o uso massivo de soluções para IoT  que, combinadas com tecnologias como blockchain e inteligência artificial, conseguirão auxiliar no controle de processos internos e externos, além do uso de dados para decisões de impacto. 

Outro fator que ajudará nessa expansão, de acordo com o executivo, é o barateamento para a contratação desses recursos. “Hoje, a gente já passou do momento em que as empresas tinham que investir enormidades para ter soluções de alta qualidade e escaláveis. A cloud efetivamente já proporciona isso.” 

E o mesmo vale para PMES? Segundo Meira, o processo pode até ser menos complicado, por conta do menor número de funcionários. A mentalidade que essas empresas precisam adotar, de acordo com ele, está na seguinte pergunta: o que está online na nuvem que eu posso usar agora, pagando apenas pelo quanto eu uso? 

Já Coutinho, da Dextra, levanta outro ponto igualmente importante: que o principal fator de impulsionamento da transformação já não está mais nos softwares ou hardwares, e sim nas pessoas. 

“A tecnologia deixa de ser uma barreira de capitale as barreiras começam a ser humanas. As empresas precisam se organizar, com um propósito e visão consiste, para criar um ambiente no qual as pessoas se sintam estimuladas a trabalhar e criar novas coisas. E o mais legal é que essas pessoas podem estar em qualquer lugar do mundo para realizar esses projetos”, acredita. 

O futuro não é mais como era antigamente 

Coutinho também enfatiza que o momento agora, acima de tudo, é de adaptação. Especialmente quando se fala em relações humanas. “Como agora a gente só tem conversas agendadas e com foco, estamos deixando de ter aquela conversa no café, de trocar ideias e descobrir coisas interessantes com os outros colegas. É algo que a gente precisa recuperar, mesmo on-line”. 

O presidente da IBM Brasil já analisa que a situação atual está exigindo mudanças em características como cultura corporativa, novas habilidades e liderança, dentro de um aspecto mais amplo. “Quando se joga esses três elementos, a tendência é que esse reset [de mentalidade] mais fácil, rápido e menos doloroso”. 

“Pela primeira vez na geração [de brasileiros] que está aqui agora, a gente enfrenta um inimigo que poderia matar qualquer um de nós. E muita gente vai ter essa experiência de perder um familiar que, se não fosse pelo vírus, estaria vivo daqui a um ano. Essa transformação [..] faz você repensar o uso de seu tempo, seus valores, onde é que você deveria trabalhar e seus recursos”. 

Meira pontua que essa é uma situação que ainda levará um tempo para que a sociedade volte a conviver com eventos de aglomerações como convenções, idas a shows, shoppings etc.

E ressalta que, apesar de séria, a crise do Covid-19 não é a única que estamos enfrentando, mas que ela pode ser importante para direcionar atenção para as demais. 

‘A gente deveria começar a trabalhar num sistema antivírus para o sistema operacional da humanidade. E ele é econômico, ele é ambiental – para a gente parar de destruir as florestas-, ele é financeiro do ponto de vista das finanças globais. Ele tem a ver com o meio ambiente de várias formas, por causa da crise climática global. Que vale a pena lembrar: ela é grave e urgente na escala geológica. Essa é mega crise que vai ficar com a gente depois da pandemia que estamos vivendo agora”, final. 

IT ForOn Series: saiba quem passou por aqui 

Assim, encerramos a série de entrevistas com pensadores do mercado. Abaixo, você pode acessar tanto o bate-papo em vídeo como uma análise em texto sobre o que foi falando por cada especialistas que contribuiu em algum dos episódios anteriores: 

  • Mário Sérgio Cortella, filósofo, professor e palestrante: Entrevista em vídeo e análise
  • João Paulo Vicente, professor da Fundação Dom Cabral: Entrevista em vídeo e análise
  • Guilherme Lichand, economista e inovador: Entrevista em vídeo e análise
  • Gil Giardelli, futurista: Entrevista em vídeo e análise
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